Design é Meu Mundo / ICZERO1

ICZERO1 criada por Indio da Costa

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Linhas inusitadas e design avançado são traços do trabalho de Luis Augusto Indio da Costa, conhecido por Guto Indio da Costa. Sua trajetória profissional começou em 1987 na Faculdade da Cidade, Rio de Janeiro, apenas o primeiro de muitos passos que daria pelo mundo. Em 1990 é aceito na Art Center College of Design e se muda para Suíça, período que não desperdiçou as oportunidades de estágio na França, Dinamarca e Califórnia (EUA).

Seus trabalhos sempre despontaram para um estilo mais contemporâneo. Em concurso de design promovido pela Sony no início da década de 1990, onde Guto foi classificado entre os 12 premiados, sua interface unindo três habilidades para o  walman (aparelho portátil de toca CD, cassete e rádio) já era manuseado sem botões – uma espécie de tecnologia touch-screen ainda insipiente naquele período.
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Mas no mundo mobiliário, sua estrela mais brilhante é a ICZERO1 – produto que protagonizou o espaço de Mariela Romano na Casa Cor Goiás 2015. A ICZERO1 é uma cadeira de fibra 100% reciclável resiste ao sol e à chuva. Sua forma é minimalista e atemporal, com um quê de design italiano – mas bem à brasileira.

Para seu criador, a peça é “um arco solto, curvo, que abraça, envolve e acomoda, de forma leve, esguia e fluida”, explicou Indio da Costa sobre seu produto de tecnologia inovadora.
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Imagens: Divulgação

Ozi e os 30 anos da arte urbana no Brasil

A CAIXA Cultural está rodando o país com mostra que conta um pouco da história da arte urbana brasileira, atualmente exposta na capital federal

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Desde o início da nova gestão de São Paulo, o tema arte urbana não saí das pautas dos grandes jornais. Alguns grafites começaram a ser apagados em importantes avenidas da capital paulista para a alegria de uns e para a tristeza de outros. Políticas á parte, a arte urbana realmente tomou conta das cidades brasileiras.

Começou a colorir seus muros ainda nas décadas finais do século passado como uma forma de subversão aos tradicionais padrões artísticos em vigor e foi ganhando espaço e fãs ao longo dos anos. Atualmente, o grafite ultrapassou as paredes dos muros e entrou nas paredes das galerias e museus.

Exemplo disso é a exposição do Ozi que comemora os 30 anos de arte urbana no Brasil. A mostra vem rodando algumas cidades brasileiras e chegou, na semana passada, às paredes da CAIXA Cultural de Brasília. Ozi é o nome artístico do paulistano Ozéas Duarte, um dos ícones da primeira geração que dominou a cena da arte urbana brasileira. A exposição tem curadoria do jornalista Marco Antonio Teobaldo.

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O trabalho de Ozi se destacou no Brasil e no exterior por suas pesquisas sobre o estêncil – técnica comumente usada pelos artistas de rua – com estética pop. A mostra inclui, além de seus modelos de estêncil, quadros e instalação com um proposito comum: criticar o modelo desigual em que vivemos. São cem peças de tamanhos variados e que representam um inventário desta importante parte da street art brasileira: documentos, registros fotográficos, depoimentos e obras do artista em diferentes tipos de suporte, que datam desde 1984 até o período atual.

Para Marco Antonio Teobaldo, é um material raro sobre a história do grafite no Brasil. “Durante a pesquisa para realização da mostra, foram entrevistados artistas que fizeram parte daquela cena urbana inicial e novos artistas, que traçaram um panorama sobre a arte urbana no Brasil e a importância da obra de Ozi neste contexto”, explica.

Para quem se interessar

Ozi – 30 anos de Arte Urbana no Brasil.
Quando: de 10 de janeiro a 26 de fevereiro de 2017.
De terça-feira a domingo: das 9h às 21h.
Onde: CAIXA Cultural Brasília
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Entrada Franca.

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Parque do vinho: estilo e design

La Cité du Vin, parque temático totalmente dedicado ao vinho, é inaugurado em Bordeaux (França)

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“Styles et design” é a inscrição grafada na parede para receber os adultos que embarcam à França para se aventurar em um parque de diversões proibido para menores de 18 anos. É que no La Cité du Vin (ou “A Cidade do Vinho” em um bom português) o paladar é tão prestigiado quando a visão: bom vinho e bom design.

Explicamos o porquê da restrição de idade: La Cité du Vin é um parque temático totalmente dedicado ao vinho. Inaugurado no país com o maior número de premiações por boas safras e garrafas de vinho, a França, o parque abriu suas portas em meados de 2016 na região de Bordeaux – região também conhecida por suas vinícolas.

Já o design é um tema à parte. O parque não se parece em nada com as construções medievais que encantam os visitantes do Velho Continente. Bordeaux é uma das cidades mais antigas da França. Estima-se que entre 20 e 30 mil anos atrás a região já era habitada pelos Neandertais. Em 2007, a UNESCO reconheceu o excepcional conjunto histórico da cidade e classificou-a como patrimônio mundial da humanidade. O parque, entretanto, é desses saídos do mundo contemporâneo.
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Sua estrutura de metal e vidro é a exata representação de uma arquitetura futurística. Construído pelos arquitetos Anouk Legendre e Nicolas Desmazières, o parque representa o vinho até em sua estrutura. É que todos os seus detalhes dizem respeito a algum elemento da bebida.

Ao contrário das atrações dos parques de diversão tradicionais, aqui o passeio é histórico: uma viagem no tempo dessa milenar bebida. O espaço é composto de 20 galerias com exposições temporárias sobre o vinho, além de um auditório com capacidade de 250 lugares destinado à realização de conferências, shows, concertos, sessões de filmes, encontros e seminários.

O parque também oferece cursos e oficinas culturais para ensinar os participantes sobre enologia. Como atração principal, o parque oferece exibição em 3D que tem como plano de fundo um navio explorador, para contar um pouco sobre a história do vinho. No décimo andar, foi instalado um restaurante com vista 360º graus para a região de Bordeaux – uma das mais belas regiões da França. Para quem se interessou, o valor de entrada não é proibitivo: 20 euros por pessoa.
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Paisagismo de Roberto Riscala

Roberto Riscala e suas obras de arte paisagísticas

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Muitas vezes a ânsia por ser diferente nos faz perder o que de bom o clássicos nos traz. Talvez esta seja a razão pela qual paisagista Roberto Riscala é apaixonado por jardins clássicos. Mas não se engane, estes representam apenas a metade de seus projetos.

Segundo o site do arquiteto, Riscala já planejou mais de 1200 jardins executados no Brasil, Uruguai e Argentina – número que está provavelmente desatualizado. Riscala formou-se em arquitetura, mas apaixonou-se pelas plantas. Em 1990, fundou a Jardinatto Planejamento e Execução de Exteriores, focando seu trabalho nas áreas externas: pisos, piscinas, acessos, pérgulas, churrasqueiras, fontes, treliças e luminotécnica, além dos famosos jardins.

Fã de seu xará, Roberto Burle Marx, Roberto Riscala acompanhou seu trabalho de perto e teve chance de conhecer um dos grandes nomes do paisagismo nacional em um sítio de Guaratiba. Com ele, aprendeu mais sobre simetria, volumes e relevos – característica marcante no trabalho de ambos os profissionais.

“Gosto de me definir como um paisagista clássico dono de projetos que sobrevivam ao tempo, sem excessos”, explicou o arquiteto. “Simetria, relevos e volumes calculados minuciosamente costumam ser as marcas registradas de meus trabalhos”, concluiu.

Após mais de duas décadas de experiência da área, Riscala resolveu escrever um livro com seu trabalho. O Os Jardins de Roberto Riscala, lançado em 2010, reune as grandes obras do paisagista, como os famosos jardins de estilo italiano e francês, além de suas soluções para criativas coberturas e espaços comerciais.

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Imagem: divulgação / Roberto Riscada

Poltrona Senior/ Jorge Zalszupin

Jorge Zalszupin e seu modernismo atemporal com a Poltrona Senior

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Vindo da Polônia, Zalszupin conquistou o Brasil. Assim como outros importantes nomes do design mobiliário brasileiro, Jorge Zalszupin não nasceu em terras tupiniquins, mas foi por elas conquistado. Formado em arquitetura na Romênia, o designer chegou ao Brasil em 1949, período em que passou a desenvolvesse sua arquitetura poética e vanguardista.

L´Atelier, marca criada por Zalszupin, ganhou nome e conquistou os corações mais irreverentes da arquitetura de meados do século 20. Suas peças, entretanto, saltaram do modernismo para entrar na atemporalidade. Atualmente, os móveis desenhados pelo designer fazem parte do catálogo de reedições da Etel.

Uma dessas joias é a Poltrona Senior, feita em cedro com couro. A poltrona, que já é um clássico do design nacional, se transforma quando desnuda do couro e se veste de um tecido colorido – como na foto acima. É por isso que ganhou o destaque do Design é Meu Mundo desta semana.

Morre, aos 74 anos, Oswaldo Bratke

O arquiteto das grandes armações deixou, na tarde de segunda-feira, mais vazio o mundo das artes e da arquitetura

Imagem: Etel Interiores

Imagem: Etel Interiores

Esta semana começou triste para a arte e a arquitetura. Faleceu nesta segunda-feira (9) o arquiteto Carlos Bratke, filho do também arquiteto e urbanista Oswaldo Bratke, aos 74 anos após passar mal em casa durante o almoço. A causa da morte é ainda investigada pelos médicos.

Carlos Bratke é dono de um currículo invejável. Muito premiado, presidiu a Fundação Bienal entre os anos de 1999 e 2002 e o Instituto de Arquitetos do Brasil/Departamento de São Paulo na gestão 1992/1993. A ele foi conferida a comenda maior do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), o Colar de Ouro.

Formado pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie no ano de 1967, no ano seguinte fundou, na capital paulista, o escritório Carlos Bratke e nele desenvolveu diversos projetos em várias áreas, desde residências, passando por edifícios de apartamentos, plantas industriais, escolas, até grandes edifícios de escritórios.

Embora filho de um grande modernista, Carlos Bratke acabou por priorizar as grandes estruturas metálicas e o vidro, materiais mais conhecidos da arquitetura contemporânea – não é por acaso que seu projeto do Plaza Centenário recebeu o apelido de RoboCop.

Art Deco goiana é destaque no New York Times

O apogeu e declínio da Art Deco em Goiânia é destaque no jornal norte americano The New York Times

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Fica no vizinho norte americano, os EUA, a cidade com o maior acervo Art Deco do mundo: Miami, mas Goiânia não fica muito atrás nesse ranking. Temos a segunda maior cidade em termos de representatividade da arquitetura francesa e esta característica não passou despercebida pelo jornalista Simon Romero do The New York Times.

O estilo arquitetônico dos anos 1930 que movimentou as artes decorativas, arquitetura, design de interiores e o desenho industrial e serviu de inspiração para Atílio Correa Lima quando o arquiteto desenhava os traços da mais nova cidade planejada do País surpreendeu o jornalista de passagem por Goiânia.

Em matéria publicada ontem (9) na versão digital do periódico, Romero se mostrou surpreendido pelo que viu na capital, algo como uma joia escondida no coração do país ou, como chamou, no meio do “cinturão de fazendas do Brasil”.

Mas a matéria não trouxe apenas elogios à arte surgida na França de um movimento artístico que visa o progresso – assim como Pedro Ludovico Teixeira via a nova capital – escondida no centro-oeste brasileiro.  Com o título “The Fading Art Deco Dreams of Brazil’s Heartland”, algo como “O desaparecimento do sonho da art deco no coração do Brasil”, a matéria não deixa de destacar o descaso das autoridades pelo tesouro arquitetônico que possuem em mãos.
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“Marcos arquitetônicos foram colocados a baixo para darem espaço a edifícios indescritíveis, e grafites envolvem muitas estruturas art deco”, destacou o periódico. A publicação conta como foi o planejamento da cidade durante a marcha para o oeste de Vargas e a ideia de criar um projeto urbano para apenas 50 mil habitantes, mas que atualmente abriga mais de 1.4 milhão de pessoas.

O jornalista continuou lembrando que Lévi-Strauss, antropólogo belga, em visita a Goiânia nos primeiros anos da capital não compreendia a razão de se criar uma nova sede para o governo estadual no lugar de apenas melhorar aquela já existente, a Cidade de Goiás. O antropólogo desconhecia as implicações políticas que levaram Pedro Ludovico Teixeira, com o apoio de Vargas, a transferir a capital.

Em seguida Simon Romero se pergunta: “O que ele [Lévi-Strauss] poderia dizer agora de Goiânia, com os desenvolvedores demolindo edifícios Art Deco, substituindo-os com os altos algarismos indescritíveis que ocupam cidades ao redor do Brasil?”. Para o jornalista, as inspirações brasileiras deixaram de olhar para a França e, em alguns aspectos, se voltaram muito para o país norte americano.

Ao final encerra com um questionamento que é também nosso – dos goianos apaixonados por história, arquitetura e preservação: “Não pude deixar de me perguntar como seria Goiânia se tivesse preservado mais de suas primeiras criações arquitetônicas. Poderia se assemelhar a Asmara, a capital da Eritréia localizada no chifre da África, conhecida pelos seus preservados tesouros Art Deco construídos pelos ocupantes italianos nos anos 30? Ou como uma Miami Beach no cerrado brasileiro?”

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Casa Container

Arquitetura inusitada e sustentável usa containers marítimos para criar casas e espaços comerciais

Projeto Casa Container - Arq. Danilo Corbas

Container é a nova “menina dos olhos” da arquitetura inusitada e sustentável. Foi com este propósito que o arquiteto Danilo Corbas criou a Container Box e a primeira residência do material no Brasil. Em 2009, Danilo projetou a Casa Container e a construiu no ano seguinte. Atualmente é lá que vive com sua mulher, seus cachorros e seus gatos.

Já a Container Box, escritório de arquitetura, se enquadra como parte da nova geração de empresas que tem como princípio a sustentabilidade em tudo que faz. Os projetos da empresa são todos feitos em containers marítimos, seguindo uma nova tendência da arquitetura de eliminar acabamentos e apostar com tudo nas estruturas a mostra.

A missão da Container Box é reduzir o uso de matérias primas. A ideia é substituir as grandes estruturas por unidades móveis de stands prontos e reutilizáveis feitas de containers marítimos – todos baseados nos pilares de sustentabilidade. A empresa não se especializou apenas na construção de casas e lojas, mas principalmente no aluguel destas unidades para a realização de eventos.
Projeto Casa Container - Arq. Danilo Corbas

Corbas levou o assunto tão a sério que vive dentro de containers. O arquiteto formado pela USP transformou quatro containers em quartos, sala e cozinha. Cada uma das unidades, com 12m de comprimento por 2,90 m de altura, quando unidas formaram uma casa de nada menos que 196 m² instaladas em um terreno de 860 m² em São Paulo.

Para amenizar o calor, e compactuar com a filosofia da sustentabilidade, o arquiteto instalou um telhado verde ao plantar, ao redor da casa, plantas e árvores de grande comprimento.

Parece claustrofóbica, mas não é. Os containers foram cerrados e muitas paredes transformadas em janelas. O resultado: inovador.

Unidades de Containers da Container Box

Unidades de Containers da Container Box

Imagens: Container Box / Divulgação

Design é Meu Mundo / Mesinha Toy

Mesinha Toy do designer Jayme Bernardo

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Cores vibrantes e um design divertido são marcas características das linhas lúdicas de algumas peças de mobiliário. O curitibano Jayme Bernardo segue essa linha. Não é que Bernardo sempre lance mão de peças divertidas e coloridas, pois em seu vasto trabalho com design de móveis, tem peças para todos os gostos, mas uma delas chama a atenção em meio às demais.

A coleção de bonecos Toy, assinada por Jayme Bernardo, é composta por duas peças de mesas bonecos em duas posturas diferentes – sentado e em pé – onde suas cabeças servem de mesa, ou até mesmo de banco.

“Penso nas peças sempre de forma holística, levando em conta a pessoa que vai usá-las e o ambiente em que serão inseridas”, explica Jayme. Para fazer o todo da coleção Toy, o designer teve que se debruçar nos menores detalhes. A peça é uma mistura de móvel com escultura, o que lhe exigiu atenção com escalas e tamanhos. Ao final, as cores complementam o estilo lúdico da peça, já que foram produzidas em vários tons vibrantes.

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Hotel Nacional é reaberto no Rio de Janeiro

Hotel Nacional, projetado por Oscar Niemeyer e Burle Marx, é reaberto no Rio de Janeiro

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Foram mais de 21 anos entre falência bancária e processos judiciais até que o marco da arquitetura modernista do Rio de Janeiro, o Hotel Nacional, pudesse ser reaberto. O Hotel Nacional, localizado na praia de São Conrado na zona sul da capital carioca, foi projetado por Oscar Niemeyer e Roberto Burle Marx, mas acabou sendo fechado depois de falir.

Fundado em 1972 pelo proprietário da antiga rede de hotéis Horsa, o hotel acabou se tornando um marco e um clássico da arquitetura carioca. Não era para menos, seu prédio levou a assinatura e a criatividade de Niemeyer e seus jardins, de Burle Marx. Após ser inaugurado, o edifício tornou-se um dos maiores ícones do turismo brasileiro, além de ter sido considerado o mais moderno da América Latina.  Em 1998 foi tombado como patrimônio do município.

Embora tivesse ganhado fama, não teve a mesma estabilidade financeira. A rede Horsa vendeu o Nacional para a empresa Interunion Capitalização, que acabou declarando falência no início dos anos de 1990. O prédio ficou nas mãos do governo federal durante os anos até que, em 2009, foi leiloado pelo valor de 85 milhões de reais para o empresário Marcelo Gonçalves. Como o edifício é património da cidade, a prefeitura carioca indicou a reabertura do imóvel na condição de um novo hotel.

Restaurado e renomeado, o hotel reabriu suas portas em dezembro de 2016. Agora chamado Gran Meliá Nacional Rio de Janeiro, o hotel manteve a arquitetura que lhe deu fama no projeto original de Oscar Niemeyer. O empreendimento possui 33 andares com 348 quartos. A ideia inicial era deixar o hotel pronto para as Olimpíadas, mas as alterações no projeto atrasaram a reforma. Atualmente, apenas 70 quartos estão ativos e os demais devem ser liberados até o carnaval deste ano.