Feira de móveis segue com exposição até sexta em São Paulo

Um dos mais importantes eventos do Brasil do setor de móveis e decoração acontece até sexta feira na São Paulo Expo.

Começou ontem a segunda edição em 2017 da Feira Brasileira de Móveis e Acessórios de Alta Decoração (ABIMAD) um dos mais importantes eventos do Brasil do setor de móveis e decoração que acontece duas vezes ao ano na São Paulo Expo.

O evento segue até o dia 28 para apresentar aos lojistas de móveis e decoração, arquitetos, decoradores e designers as novidades do setor. Na 24ª edição, a Abimad homenageia os principais lojistas brasileiros e o Armazém da Decoração, muito bem representado por Maria Abadia Haich, está entre estes homenageados.

O evento reúne os maiores nomes do setor mobiliário para apresentar as novidades que serão tendências para os profissionais nos próximos meses e no início de 2018. Para compor a exposição, a feira conta com 106. Estima-se que até sexta cerca de 18 mil visitantes passarão pela São Paulo Expo.

Com o objetivo de propiciar um ambiente favorável à realização de novos negócios e networking, a feira é reconhecida, não só por gerar negócios no setor, mas também por ser a grande vitrine dos jovens talentos do design nacional. A expectativa da organização do evento é receber cerca de 30 mil profissionais entre arquitetos, designers e lojistas nos quatro dias de evento. A entrada da ABIMAD 2017 é gratuita, porém exclusiva aos lojistas do segmento de mobiliário e decoração e profissionais do setor e imprensa.

“Para se organizar o delírio” em cartaz em Nova York

Em retrospectiva do neoconcretismo de Hélio Oiticica, Whitney Museum abre mostra com 150 obras do brasileiro em Nova York

Não é de hoje que os brasileiros se destacam em Nova York. O artista da vez é Hélio Oiticica (1937-1980), que está com 150 trabalhos seus expostos no Whitney Museum na mostra “To organize delirium” (ou, em um bom português, “Para se organizar o delírio”). Estão em cartaz obras com pintura e desenho realizadas a partir de estudos geométricos do neoconcretismo da década de 1950.

O movimento neoconcretista brasileiro ganhou as paredes dos museus norte-americanos com exposições dedicadas às obras de Lygia Pape e agora com a retrospectiva do trabalho de Oiticica, que roda o país em turnê desde o início deste ano. Em Nova York a mostra ganha um reforço sentimental representado pela relação íntima que o artista tinha com a cidade.

Oiticica, que iniciou seus estudos formais ainda menino em Nova York, foi apaixonado pelos encantos e desencantos da Big Apple.  Vivia de um delírio utópico de um dia poder juntar a cidade com seu continente vizinho e passou sua juventude vivendo da cultura nova-iorquina representada por nomes como Yoko Ono, John Lennon e, claro, Andy Warhol. É que em 1971, Hélio partiu do Brasil ditadura para um exílio voluntário em Nova York, cidade que já havia morado quando criança.

Durante seus anos em Babilônio – como ele costumava chamar a cidade de Nova York – Oiticica fez curtas-metragens e se dedicou principalmente à escrita. Sua ideia era escrever um livro, “Newyorkaises e Conglomerado”, que acabou nunca sendo finalizado – mais tarde César Oiticica Filho e Frederico Coelho concluíram um livro sobre o trabalho de Hélio contendo grande do material produzido por ele em seu tempo nos Estados Unidos.

Seu interesse por novas mídias e pelo rompimento com o concretismo fez com que Hélio difundisse em seus trabalhos, como em “Tropicália”, a ideia de que arte não é uma contemplação estática da tela, mas uma interação com seu espectador. Parte de seu trabalho foi realizada em parceria com os neoconcretistas do Rio de Janeiro, como Lygia Clark. Juntos formaram o Grupo Frente e encontraram a abstração geométrica e a experimentação artística.

Hélio Oiticica em retrato da época que viveu em Nova York, assunto de retrospectiva do artista no Museu Whitney, em Nova York

Tradição e futuro se unem na Japan House

Avenida paulista agora abriga uma das três Japan House espalhadas no mundo

Na semana passada, quando divulgamos a chegada ao Brasil de Kengo Kuma, anunciamos o mágico, mas nos esquecemos de falar de sua magia. Kengo Kuma possui projetos espalhados em todo o mundo, inclusive em terras tupiniquins. Entretanto, sua última obra no Brasil merece um destaque especial.

Estamos falando da Japan House, inaugurada em maio deste ano.  A casa japonesa é um centro cultural criado pelo governo japonês no coração de São Paulo – a avenida paulista – como um ponto de difusão de todos os elementos da rica e genuína cultura japonesa para a comunidade internacional.

A Japan House brasileira não está sozinha. É que São Paulo foi apenas uma das três cidades escolhidas para abrigar a casa que carrega a importante missão de dialogar a cultura japonesa com o resto do mundo. Japan House também pode ser encontrada em Londres, na Inglaterra, e Los Angeles, nos Estados Unidos.

A ideia da Japan House foi colocar tradição lado a lado com o futuro. No quesito arquitetura, o futuro não só esteve ao lado da tradição, mas se misturou com ela. Kengo Kuma aproveitou a madeira – seu material favorito – para criar um ambiente que é, ao mesmo tempo, a ideia do que foi com a perspectiva do que será. Explicando: madeira é um dos materiais mais usados na arquitetura japonesa, mas nas mãos de Kuma, acabou ganhando um design irreverente.

Kengo Kuma: life outside the box

Kengo Kuma chega ao Brasil para abrir exposição que apresenta seu trabalho na Japan House, “Eterno efêmero”

Kengo Kuma, o nome que dará vida à próxima Olimpíada de Tóquio, chegou ao Brasil para a abertura de uma exposição que mostra seu trabalho na casa por ele desenvolvida: a Japan House, na avenida paulista. “Não somos mais restritos à vida dentro de uma caixa. Caixas são entediantes e reduzem nossas possibilidades”, defende ele. Talvez por ele pensar assim, que a exposição foi batizada de “Eterno efêmero”.

Kuma nasceu em Yokohama, Japão, e formou-se em arquitetura pela Universidade de Tóquio. Mais tarde, mudou-se para os Estados Unidos, onde continuou seus estudos na Universidade de Colúmbia, em Nova York. Atualmente, Kuma dirige seu escritório de arquitetura Kengo Kuma & Associates (KKAA) com sede em Tóquio e Paris, além de trabalhar como professor na Escola de Pós-Graduação de Arquitetura de Tóquio.

Kuma defende que cimento e tijolo são matérias privas do século passado e que a arquitetura precisa trabalhar e aproveitar mais a madeira. É que a madeira é forte em seus trabalhos. Essa tendência vem do hábito japonês de aproveitar os recursos naturais tanto na área externa como interna. Como resultado, temos um dos um dos arquitetos mais inventivos do Japão.

A essência de seu trabalho está em utilizar a tradição construtiva japonesa como base para um desenho contemporâneo e inovador. O uso marcante do espaço diáfano, da luz natural, dos elementos orgânicos e das técnicas artesanais dão às suas construções uma personalidade fortíssima e serão tema de “Eterno efêmero”, que ocorre entre 18 de julho a 10 de setembro de 2017.

A mostra apresentar outros aspectos de sua produção criativa, que vai além da arquitetura convencional com um extenso trabalho de intervenções e de arquitetura efêmera (pavilhões, esculturas, demarcadores de espaço e módulos de pensamento construtivo).Fuan, uma casa de chá conceitual criada com balões, tecidos e gás hélio, traz a alma do artista à tona; já Tsumiki, uma obra construída em parceria com o músico Ryūichi Sakamoto, oferece um modelo construtivo, que incita a liberdade criativa das pessoas.

High Design Expo prepara sua segunda edição

High Design Expo prepara sua segunda edição que ocorrerá entre 8 e 10 de agosto

A semana de design DW! Design Weekend e os amantes do design autoral ganharam, em 2016, mais uma feira de exposição mobiliária, a High Design Home & Office Expo. Este ano, o evento será realizado em três dias de feira entre os dias 8 e 10 de agosto no SP Expo Exhibition & Convention Center das 10h às 20h.

Criada a partir da tradicional feira Casa Brasil, a High Design Expo se posiciona como uma plataforma multimídia de negócios e conteúdo que tem como característica a entrega de experiências e divulgação de peças de mobiliário.

Em 2016 o evento alcançou uma visitação total de 14.120 pessoas. Para 2017 a previsão é de um aumento de 30% no tamanho da exposição. O evento contará com exposição, palestras e premiações relacionadas ao design e à arquitetura de alto padrão. Ocorrerá também, durante o evento, a cerimônia de premiação do prêmio Salão Design.

China cria primeira cidade sustentável do mundo

Marcado para 2020 a inauguração da primeira Cidade Jardim do mundo, no interior da China


Não é de hoje que a China tem investido em projetos de sustentabilidade, mas o anúncio do projeto mais recente ultrapassou qualquer outro no assunto em todo o mundo. É que o país iniciou a construção da primeira cidade floresta do mundo instalada em Liuzhou.

Serão mais de 40 mil árvores e um milhão de plantas de diversas espécies distintas. A ideia, saída da mente criativa do italiano Stefano Boeri, é cobrir de verde a fachada de todos os edifícios da cidade: hospitais, escolas, casas, hotéis, escritórios e comércio ficarão revestidos de plantas e árvores.

Se o nome do arquiteto parece familiar é porque o italiano foi responsável por um dos jardins verticais mais famosos do mundo, construído em Milão no ano de 2014. Foi após sua popularização que outras cidades do mundo passaram a receber edifícios com o projeto similar.

A cidade chinesa está sendo projetada para abrigar cerca de 30 mil habitantes em um terreno de 175 hectares. O verde que dá ao projeto urbano o título de cidade 100% sustentável será o responsável pela qualidade de vida de seus moradores, já que irá melhorar a qualidade do ar, diminuir a temperatura média do ambiente e criar barreiras naturais contra a poluição sonora.

O escritório de Stefano Boeri destaca que esta será a primeira vez no mundo que um complexo urbano combinará o desafio da auto suficiência energética e do uso de energia renovável com o de aumentar a biodiversidade e efetivamente reduzir a poluição do ar – a diversidade das plantas escolhidas possibilitará que novos habitats sejam criados para aves, insetos e pequenos animais. E se você acha que 30 mil é pouco, lembre-se que Goiânia foi projetada para habitar este mesmo número de pessoas.

 

Imagens: Divulgação

150 anos de Frank Lloyd Wright

MoMA cria exposição inteiramente dedicada às obras de Frank Lloyd Wright para comemorar seus 150 anos

Unity Temple, em Illinois

O legado deixado por Frank Lloyd Wright não é pequeno. Não só em termos de quantidade, mas também de importância. O arquiteto é um dos grandes nomes do seguimento no mundo e conquistou esta posição em razão de um trabalho modernos feitos dentro da lógica da arquitetura orgânica.

O título de pai da arquitetura do século 20 fez com que o trabalho de Wright jamais passasse em branco, por isto, no mês que Frank Lloyd Wright completaria 150 anos, o Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) criou uma exposição inteiramente dedicada às suas obras: Frank Lloyd Wright at 150: Unpacking the Archieve.

A exposição reúne arquivo elaborado pela Universidade de Columbia em 2012 com as principais obras do arquiteto, bem como seus trabalhos menos conhecidos. A mostra, em cartaz desde o dia 12 de junho, conta com aproximadamente 450 obras de todas as fases da carreira de Wright, incluindo desenhos de arquitetura, modelos, maquetes construtivas, filmes, aparições em programas de televisão, mídia impressa, mobiliário, tecidos, pinturas, fotografias e anotações.

Frank Lloyd Wright foi o pai da arquitetura orgânica, movimento que trabalha a arquitetura com organismos vivos. Para o arquiteto estadunidense, o vazio é o ponto culminante da arquitetura, já que é no vazio das paredes que vivemos. Na arquitetura orgânica, uma casa deve nascer para atender às necessidades das pessoas como se realmente fosse um organismo vivo.

O trabalho de Wright representa uma importante parte da história da arquitetura mundial, por isto dez de suas construções  receberam o status de Patrimônio Mundial da Unesco, ato que impõe a obrigação de preservação das obras.

Essenciais Decameron

Decameron uniu um time de designer de peso para criar a nova coleção 2017

O time de designers composto por Marcus Ferreira, Guilherme Wentz, a dupla Gabriela e Vinicius do Estudio Ninho e Juliana Llussá, se juntou mais uma vez na Decameron, agora, apresentando a coleção Essenciais.

“Encaro como uma das coleções mais elegantes e maduras que criamos”, explicou Marcus Ferreira. Os móveis seguem o rigor técnico que acompanha o trabalho de todos os designers envolvidos na coleção. “Todos os projetos seguiram critérios bem específicos de funcionalidade que vai totalmente ao encontro do que acredito e projetamos para a Decameron nos próximos anos”, completou o proprietário da marca.

A coleção foi batizada como “Essenciais” em razão do que quis expressar.  O objetivo da linha de móveis 2017 é estampar a essência da Decameron que está, a cada ano, mais madura. Ao mesmo tempo, são peças que contribuem para tornar espaços também essenciais à convivência e ao relaxamento de todos os usuários.

 

Ernesto Neto realiza performance em Veneza

Ernesto Neto leva índios da tribo Huni Kuin para realizar performance na Bienal de Veneza

Sem título

A Bienal de Veneza ainda nem começou oficialmente e o brasileiro Ernesto Neto já deu seu show entre os pavilhões espalhados pela Giardini. A 57ª edição da bienal acontece em 2017 entre os dias 13 de maio, sábado próximo, e 26 de novembro, mas as galerias e artistas já recebem convidados durante esta semana.

Ernesto Neto é um dos artistas brasileiros mais prestigiados no resto do mundo. Seu trabalho é conceitual, performático e ligado à cultura nacional. Todas estas características causaram alvoroço em Veneza na tarde de hoje, quando o artista realizou a dança da Jiboia na companhia de seis índios da tribo Huni Kuin do Acre.

O ato foi chamado por Ernesto de “ação coletiva” em um discurso dado em inglês para o público presente de dentro da tenda de crochê feita por ele para o evento. Ao final, todos deram as mãos para fazer a Jiboia e saíram em canto pelos pavilhões em uma ação que durou cerca de meia hora.

“Estou aqui trazendo a força da arte e os índios, a força da floresta”, explicou Neto durante sua fala. Em seguida, explicou também porque os índios são igualmente artistas: “a arte para os índios é trazer força e conexão, porque o sagrado para eles está em todo lugar”.

Casa Cor Goiás 2017: o foco é no essencial

Antes que as cortinas da 21ª edição da Casa Cor se abram, o Blog AZ conta o que espera o público em mais um ano de exposição

Fachada

Fachada

Como de costume, a Casa Cor Goiás antecipa a abertura de seus portões para convidados no coquetel da noite de hoje. Oficialmente, a mostra recebe o público a partir de sexta-feira (12), mas antes que a noite de hoje tire as cortinas da 21ª edição da Casa Cor Goiás, o Blog AZ conta o que espera o público em mais um ano de exposição.

Prédio tombado

Pelo segundo ano consecutivo, a Casa Cor será realizada no centro de Goiânia e o desafio é ainda maior, porque o prédio que abriga a mostra é tombado pelo Patrimônio Histórico do Estado. O Colégio José Carlos de Almeida, localizado na Rua 23, estava cotado para sediar a Casa Cor 2016, que acabou acontecendo Central de Medicamentos de Alto Custo (CMAC) em decorrência da ocupação das escolas pelo movimento estudantil no ano passado.

O prédio de arquitetura Art Déco que abriga o colégio – desativado há mais de dois anos – surgiu a partir da junção de outras duas escolas, a Brasil Central e o Grupo Escolar Modelo (1938), que é considerada a primeira escola de Goiânia. Em 1998, o edifício foi inscrito no Livro do Tombo do Estado de Goiás para preservar sua fachada Art Déco.

O tombamento fez com que os arquitetos ficassem um pouco engessados quanto a alteração da estrutura do edifício. Janelas, portas e demais elementos que caracterizam a estrutura do imóvel não puderam ser alteradas. Um desafio ótimo para a criatividade dos profissionais da Casa Cor, que participaram do processo de restauração do prédio – após o encerramento da mostra, o Colégio será sede do Conselho de Educação de Goiás.

“Foco no essencial”

Cada ano o evento nacional define um tema para direcionar os profissionais e este ano “Foco no essencial” foi escolhido para guiar a mostra. A ideia que é que projetos, soluções e ideias sejam apresentadas pelos melhores profissionais do segmento levando o consumidor a se preocupar com o design e também sua função, forma, experiência e sobrevivência no cenário atual.

A busca pelo essencial é o questionamento do momento. “A tendência mundial é priorizar o que realmente importa e cortar o supérfluo em todas as áreas”, explica Sheila Podestá. Mas cada arquiteto tem uma visão do que realmente é essencial, e é isto que fez de cada ambiente da casa uma experiência única. Para a organizadora do evento, “essencial é focar no que faz você viver bem e te faz ser feliz”.

A Casa

Este ano a mostra conta com o total de 41 ambientes projetados livremente por 54 dos melhores arquitetos, decoradores, designers e paisagistas do Estado. Como ocorre todo ano, a casa oferece opções de ambientes residenciais, comerciais e corporativos, bem como algumas novidades. Este ano a mostra terá uma brinquedoteca design, projetada por Andreia Rocha Lima, e poderá ser usada pelos papais que não tem com quem deixar seus filhos para curtir a exposição. Outra novidade é a inédita Casa do Boi, projetada por Léo Romano, com a presença de animais de elite durante todos os dias da mostra, em um ambiente ao livre dedicado à exposição do animal.

Preocupação ambiental

Se o essencial é preservar o que é simples e prático, não poderia a organização fazer um grande evento sem se preocupar com o depois. Parte dos ambientes é composta por sistema de fácil desmontagem, possibilitando o reaproveitamento da estrutura para outros eventos. A Casa Cor também conta com a implementação de um programa integrado de gerenciamento de resíduos, produzidos antes, durante e após a exposição.

A Casa Cor

Pertencente ao Grupo Abril, a Casa Cor é reconhecida como a maior e melhor mostra de arquitetura, design de interiores e paisagismo das Américas. O evento reúne, anualmente, renomados arquitetos, decoradores e paisagistas e em 2017 chega à sua 31ª edição em São Paulo, com 20 mostras nacionais e mais seis internacionais (Miami, Bolívia, Chile, Equador, Paraguai e Peru). Em Goiânia, as arquitetas Eliane Martins e Sheila de Podestá são as responsáveis por mais um ano da mostra, que completa 21 edições em 2017.

Jardim das Oliveiras

Jardim das Oliveiras

Serviço

Casa Cor Goiás 2017
Quando: De 12 de maio a 21 de junho
Onde: Colégio José Carlos de Almeida (Rua 23, Centro, Goiânia – GO)
Quanto: R$ 46,00 (Inteira), R$ 23,00 (Meia),  R$ 150,00 (Passaporte)
Estudantes e pessoas acima de 60 anos pagam meia entrada
Horários da bilheteria: Terça a sexta-feira das 16 às 22 horas e
Sábado, domingo e feriados das 12 às 22 horas