Dois quadros inéditos de Van Gogh são expostos na Europa

Após serem descobertos, duas obras de Van Gogh são expostas pela primeira vez na Holanda

No mundo da arte, novas descobertas são um achado. É o que acontece com os amantes da música quando descobrem uma banda desconhecida ou com os designers quando encontram um desenho de algum móvel perdido em alguma gaveta de um importante criador. A Holanda acaba de passar por uma experiência similar, só que com grande repercussão no mundo da pintura.

Foi exposta ao público nesta terça-feira (16), pela primeira vez, duas obras de Vincent Van Gogh. Foi descoberto, em meio à coleção de quadros que pertenciam a Van Vlissingen, uma obra intitulada “A Colina Montmartre com Pedreira” datada de 1886. Em 2013 a obra foi levada ao museu Van Gogh, em Amsterdã, para analise de sua autenticidade.

Ao ser confirmada a autenticidade da obra, o quadro levou especialistas a atribuírem ao impressionista outra pintura, chamada “A Colina de Montmartre”, que não tinha sido reconhecida como de autoria de Van Gogh por falta de elementos para confirmar sua autenticidade. As descobertas foram classificadas como excepcionais por estudiosas da área.

Vincent Willem van Gogh foi uma das mais importantes figuras da arte moderna, que atuou de forma ativa na mudança da arte renascentista para as escolas que surgiram no final do século 19 e início do século 20. A maior parte de suas obras está hoje no museu que leva seu nome, na Holanda.

Julio Le Parc: Da Forma à Ação

O Op Art de Julio Le Perc em cartaz no Instituto Tomie Otake


Mês de férias é mês de aproveitar o que melhor as cidades podem proporcionar, então o Blog AZ vao continuar dando dicas de exposição, só que agora em São Paulo. É que o Instituto Tomie Ohtake adaptou para seu espaço a grande retrospectiva realizada no ano de 2016 pelo Pérez Art Museum Miami (PAMM) sobre Julio Le Parc. A adaptação conta com a mesma curadoria de Estrellita B. Brodsky e consultoria artística de Yamil Le Parc.

Le Park, um argentino de quase 90 anos de idade, é um dos precursores do Op Art, movimento artístico no qual as obras são baseadas principalmente em ilusão ótica. Segundo o artista, o visual é a coisa mais importante que se tem e por isto segue sua produção experimentando com a arte contemporânea na tentativa de despertar, com o visual, o sentimento nas pessoas.

A mostra em São Paulo é composta por mais de 100 obras que trazem uma centelha de experiências físicas e visuais. Ao incluir as principais instalações e trabalhos raramente vistos em papel e materiais de arquivo, Julio Le Parc: da Forma à Ação é uma exploração da figura central de Le Parc na história da arte do século 20.

Formado pela Escola de Belas Artes de Buenos Aires, Le Parc recebeu uma bolsa de estudos do governo francês e se instalou em Paris na década de 1960 até tornar-se membro fundador do coletivo de artistas Grupo de Pesquisa de Artes Visuais (GRAV). Ao enfatizar o poder social de objetos e situações de arte não mediados e desorientadores, Le Parc buscou limpar as estruturas e sistemas que separam espectador de obra.

“As investigações de Julio Le Parc sobre as maneiras de engajar e empoderar o público redefiniram e reinterpretaram a experiencia da arte”, afirma a curadora Estrellita B. Brodsky. “Movido por um sólido ethos utópico, Le Parc continua a olhar a arte como um laboratório social, capaz de produzir situações imprevisíveis e de ludicamente engajar o espectador de novas maneiras. Seu posicionamento radical continua cada vez mais relevante após seis décadas”.

O trabalho desenvolvido pela curadora Estrellita B. Brodsky é uma pesquisa retrospectiva da abrangente prática de Le Parc e uma análise de seu impacto tanto em seus contemporâneos na América Latina quanto na Europa vanguardista do pós-Guerra e subsequentes gerações de artistas. Apesar do âmbito histórico, a exposição conversa com força com o presente, demandando presença física e perceptiva do público. Julio Le Parc: da Forma à Ação apresenta o artista à nova geração, permitindo que cada visitante reaja de forma direta e pessoalmente ao trabalho.

Serviço

Julio Le Parc: Da Forma à Ação
Onde: Instituto Tomie Ohtake – Av. Brigadeiro Faria Lima, 201
Quando: até 25 de fevereiro
Ter. a dom – das 11h às 20h
Entrada Franca

 

Dalí e a Divina Comédia em exposição em Brasília

As obras de Salvador Dalí interpretando a Divina Comédia de Dante Alighieri estão sendo expostas na capital federal

Um dos maiores nomes da arte do século 20, Salvador Dalí, se destacou por suas pinturas surrealistas e pelos desejos inconscientes. O governo da Itália, ainda na década de 1950, resolveu homenagear os 700 anos de nascimento de Dante Alighieri com um projeto que contava sua história de maior sucesso: a Divina Comédia. Foi ai que resolveram unir o surrealista com a história sobre céu e inferno criada pelo poeta no século 14. Não tinha como dar errado.

O pintor catalão reinterpretou o conto de Alighienri com 100 imagens feitas em xilogravura divididas entre “inferno”, com 34 imagens, “purgatório”, com 33 imagens, e “paraíso”, com outros 33 desenhos. As obras foram sendo finalizadas aos poucos e Dalí terminou toda história após cinco anos investindo no trabalho.

Com a ajuda de dos gravadores Raymond Jacquet e Jean Taricco, responsáveis por fazer 35 placas com 3,5 mil blocos xilográficos para reproduzir as aquarelas, as obras da Divina Comédia de Dalí foram criadas em um sistema que permitia sua reprodução mecânica.

O exemplar 283 desse conjunto de ilustrações está em exposição na Caixa Cultural de Brasília após passar por Curitiba e São Paulo. A exposição conta, por meio de imagens, a saga de Dante pelo inferno, purgatório até sua chegada ao paraíso. Tudo isto com as cores fortes e as imagens surrealistas do pintor espanhol.

A exposição conta com obras que interpretam todas as fases de A Divina Comédia. A obra de Dante extrai a agonia, os prazeres, os sabores e dissabores de uma viagem rumo à conquista de um paraíso idealizado.  Os versos vão do limbo aos céus e são retratados por Dalí respeitando a transição do poema. O pintor transferiu, das letras para as telas, os círculos infernais, o centro da Terra, o encontro com Lúcifer, o reencontro com Beatriz, a mulher amada e idealizada, e a admissão de um paraíso.

Serviço

Dalí – A Divina Comédia
Onde: Galeria Vitrine da CAIXA Cultural Brasília
(SBS Quadra 4 Lotes 3/4)
Quando: até 4 de março de 2018
Entrada franca

Cannabis é usada na construção de casas

A planta vulgarmente conhecida por maconha possui uma substância capaz de substituir cimento, tijolo e madeira na construção civil

O cannabis sativa é uma planta que carrega consigo uma dose de polêmica. Vulgarmente conhecida por maconha, a planta possui em sua composição uma grande quantidade de THC, substância psicoativa responsável por levar a planta a fazer parte da portaria do Ministério da Saúde que cataloga as drogas proibidas no Brasil. No resto do mundo, pelo menos no lado ocidental, discute-se a possibilidade de retirar seu caráter proibitivo.

Ocorre que além de psicoativa, o cannabis tem diversas outras funções, talvez por isso seja uma planta milenar. O primeiro registro de uso da planta data de 8.000 a.C, quando os chineses a utilizavam para fazer papel. Atualmente, a planta possui mais de 25 mil usos catalogados e a arquitetura também se aproveita das qualidades da planta.

O Tav Group, escritório de arquitetura de Israel, projetou uma casa de 250 m² utilizando-se de Hemcrete, que é uma espécie de concreto produzido com cânhamo – fibra vegetal que deriva da Cannabis. A casa está localizada em Ein Hod e faz parte do grupo de residências construída com materiais orgânicos – tudo pelo meio ambiente.

O cânhamo é a substância também usada na composição de tecidos – algumas empresas do ramo da moda já produzem roupas derivadas do Cannabis – e também na substituição da madeira. É que o cânhamo possibilita a produção de tábuas robustas e resistentes que podem substituir as tábuas de madeira. Elas são obtidas a partir da utilização de pedúnculos desta planta, que são prensados e montados com a ajuda de uma cola. O resultado é que está ficando cada vez mais comum a utilização da substância no ramo da construção civil, como um substitutivo ao cimento e aos tijolos.

Tidelli vence prêmio Top of Mind 2017

Pelo terceiro ano consecutivo, a Tidelli vence o prêmio Top of Mind de produtos para área externa


O prêmio Top Of Mind, realizado pela Revista Decorar e pela Revista Casa&Mercado e auditado pelo instituto Data Folha, anunciou a Tidelli Móveis como a marca vencedora no ano de 2017 para a categoria móveis área externa. Este ano a marca se consolida como tricampeã do Top of Mind.

Após mais de duas décadas criando e produzindo móveis para a área externa, a Tidelli não poderia ter se tornado menos que especialista no assunto. Beleza e conforto são apenas algumas das principais características da marca, já que seus móveis são também à prova do tempo bom e ruim do tropical clima brasileiro. É por tudo isto que ficou impossível falar em móveis para áreas externas sem falar em Tidelli. Prémio mais que merecido.

Masp abre exposição de Tunga sobre sexualidade

O arquiteto por formação Tunga dedicou sua vida artística para tratar de temas como sexualidade e erotismo, focos da exposição inaugurada hoje no Masp

 


Desde sua primeira exposição individual no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, intitulada Museu da masturbação infantil, de 1974 que Tunga dedica seu trabalho artístico para tratar da sexualidade e do erotismo. Tunga, ou Antônio José de Barros Carvalho e Mello Mourão, seu nome de registro, foi escultor, desenhista e artista performático.

A mostra de 1974 incluiu desenhos abstratos que, posteriormente, pautariam o raciocínio acerca de temas eróticos na produção do artista. Eram obras cujas formas evocavam imagens eróticas ou processos de gozo, elementos que foram incluídos na exposição Tunga: O corpo em obras inaugurada hoje para convidados no Masp, em São Paulo.

Arquiteto de formação, Tunga transitou por diferentes linguagens, das artes visuais à literatura, incluindo a escultura, a instalação, o desenho, a aquarela, gravura, vídeo, texto e a instauração até a data de sua morte, em 2016. Frequentemente, suas obras se alimentam de um repertório que provém de distintos campos do conhecimento, como a psicanálise, a filosofia, a química, a alquimia, bem como as memórias e as ficções.

Na exposição que segue no Masp até o dia 11 de março de 2018, a sexualidade não constitui apenas um tema da produção do artista, mas um modo de compreender as relações, vínculos, transformações e criações entre corpos, matérias e linguagens. A escolha dos trabalhos e sua disposição no espaço foram definidas a fim de potencializar essas relações e promover diálogos entre obras de diferentes períodos e técnicas, em detrimento de uma organização cronológica.

A exposição Tunga: o corpo em obras, de curadoria de Isabella Rjeille, encerra o programa anual de 2017 do Masp em torno das histórias da sexualidade, que incluiu mostras individuais dos artistas Teresinha Soares, Wanda Pimentel, Miguel Rio Branco, Toulouse-Lautrec, Tracey Moffatt, Guerrilla Girls, Pedro Correia de Araújo e a exposição coletiva Histórias da sexualidade.

Fonte: MASP / Divulgação

São Paulo vai ganhar uma versão da London Eye

Escritório de arquitetura que projetou a icônica roda gigante de Londres prepara um projeto similar para a cidade de São Paulo


A virada do milênio não poderia chegar sem um grande marco e, em Londres, este marco foi a London Eye – também apelidada de Millennium Wheel (Roda do Milênio, em português). A roda gigante inaugurada pelo então primeiro ministro britânico Tony Blair na passagem de 31 de dezembro de 1999 para 1º de janeiro de 2000 manteve o título de maior roda do mundo até 2006 e inspirou outros projetos iguais mundo afora.

A cidade de São Paulo foi a última a se inspirar na capital londrina e anunciou que também ganhará uma roda gigante com vista panorâmica. E a versão paulistana da London Eye será ainda mais parecida com a original que as rodas das outras cidades. É que o mesmo escritório que assinou a Roda do Milênio está por trás do projeto no Brasil.

A London Eye foi concebida para marcar a virada do milênio e deveria ficar instalada nas margens do Tâmisa, ao lado do Parlamento, por apenas cinco anos. O projeto foi concebido pelos arquitetos David Marks e Julia Barfield, da empresa Marks Barfield, em parceria com a British Airways.

Para colocar de pé os 135 metros de roda gigante, o estúdio teve que bolar uma forma de construir sua estrutura no próprio local onde seria levantado – as ruas de Londres são estreitas, impossibilitando seu deslocamento. Como a London Eye se incorporou à silhueta da cidade, acabou ganhando o direito de permanecer por tempo indeterminado.

A versão Paulista dos Olhos de Londres será ainda maior que sua irmã. O projeto, que ainda não tem data marcada para ser iniciado, prevê uma roda de 150 metros de altura, ficando atrás apenas da Estrela de Nanchang de 160 m, localizada na cidade de Nanchang na China, e da maior roda gigante do mundo, a High Roller de 167 m, localizada em Las Vegas. Quatro locais estão sendo analisados na capital para abrigar a roda gigante, mas este ponto também não está definido.

Bomboca une Irmãos Campana e Louis Vuitton

Os irmãos Campana se uniram à grife francesa para criar uma peça de design


Os Irmãos Campana são conhecidos pela habilidade que têm de surpreender. Suas criações nunca passam despercebidas. A abordagem multicultural do estúdio Campana com a visão cosmopolita dos designers fez com que seus trabalhos fossem aclamados em todo o mundo. Peças criadas por Humberto e Fernando Campana fazem parte do acervo de importantes museus mundo a fora.

A importância do trabalho moveleiro traçado pelos designers fez com que eles realizassem parcerias de peso ao longo dos anos e a última delas foi com a marca francesa de bolsas e acessórios, a Louis Vuitton. Durante a Design Miami 2017, que está sendo realizada até o dia 10 de dezembro, o Sofá Bomboca foi exposto ao público na coleção da Objets Nomades.

Bomboca foi assim batizada como um trocadilho com o nome do tradicional doce Bombocado. A peça resgatou da Louis Vuitton suas principais matérias primas: o couro e o veludo. Ficou por conta dos designers brasileiros a criação do desenho para lá de inusitado. A peça dos Campana, então, foi reeditada com a união do melhor que ambos poderiam trazer para um objeto de design.

A peça foi apresentada com uma mistura de cores que vão do branco e passam pelo turquesa, o roxo e o azul. O couro que a grife de luxo usa na composição de suas bolsas e malas foi usado para envelopar a estrutura do sofá. O veludo foi usado nas almofadas, algo feito pensando não apenas na beleza, como também na ergonomia.

Arthur Casas e Etel Interiores

Arthur Casas lança começão de dez peças inéditas com a Etel Interiores


Aparador, sofá, mesa de jantar, cadeiras, cama e uma casa inteira feita por Arthur Casas em parceria com a Etel Interiores. Essa é a novidade do mês de dezembro quando, na última semana, a loja da Etel na Gabriel Monteiro da Silva recebeu convidados para o lançamento da primeira linha de móveis que Arthur Casas desenvolve com a marca.

Não é a primeira vez que o premiado arquiteto, de tradição modernista, colabora com a marca de luxo, tradição e qualidade. Juntos, Arthur e Etel lançaram no ano de 2010 um conjunto de mesas de variados tamanhos e, naquele mesmo ano, um sofá. Em 2017, Arthur lançou também com a Etel a poltrona Saci.

Agora o lançamento vem em massa. Arthur se uniu novamente à Etel para criar dez peças inéditas feitas de madeiras como imbuia e freijó, combinadas a espelhos, pedras, couro ou tecido. O arquiteto resolveu unir a marcenaria de excelência, que é característica presente em todas as peças da Etel, com outros materiais.

Arthur Casas possui projetos espalhados nos quatro continentes e escritório em Nova York. Nascido em São Paulo, tem na metrópole sua principal fonte de inspiração. Divide seu tempo entre o trabalho com a arquitetura, explorando o estilo modernista de criar, com o design de móveis e já foi premiados em ambos os ramos de atuação.

Imagens: Etel / Divulgação

Jóquei Clube é colocado à venda e pode ser demolido

A sede social do Jóquei de Goiás está sendo negociada com a Igreja Universal, que pretende demolir a arquitetura assinada por Paulo Mendes da Costa e construir um templo no local

 


Paulo Mendes da Rocha é um ícone da arquitetura nacional assim como as obras que levam a sua assinatura e uma delas está no meio de uma polêmica em Goiânia, já que corre o risco de ser demolida. Estamos falando da sede social do Jóquei Clube de Goiás, localizado no centro da capital.

O Jóquei foi o primeiro clube a ser construído na nova capital, ainda no ano de 1937, e viveu tempos áureos até atingir sua crise em meados da década de 1990. Sua inauguração, três anos após o início das obras, que ocorreram em 1940, contou inclusive com a presença do então presidente da república, Getúlio Vargas.

Em 1962 o clube precisou passar por uma transformação para enfrentar a concorrência, já que novos espaços iguais estavam sendo criados na cidade. A direção convidou nada menos que o ganhador do Pritkzer Paulo Mendes da Rocha para projetar a nova sede.

Paulo Mendes desenvolveu os trabalhos durante a década de 1960 e no ano de 1970 a sede é inaugurada seguindo o estilo modernista do arquiteto. Linhas retas e geométricas com muito cimento e simetria deram vida ao novo clube da cidade.

Acontece que o clube está em crise financeira que vem se agravando nos últimos 20 anos e sua atual diretoria, eleita no final do ano passado, apresentou uma proposta de venda, em outubro deste ano, que foi aprovada pela assembleia dos sócios.

A diretoria foi eleita com a proposta de fazer renascer o clube, mas para arcar com as dívidas acumuladas pela sede atual, pretendem vender o espaço localizado na Rua 3 do Centro para construir o novo dentro do Hipódromo da Lagoinha, na Cidade Jardim. Segundo o presidente da associação, Manoel de Oliveira Mota, para fazer frente às dívidas do clube é preciso realizar a venda do lote e não do edifício, o que permitirá aos novos donos demolir a construção atual.

As negociações já estão avançadas e a possível compradora é a Igreja Universal, que pretende demolir o prédio histórico para dar espaço a construção de um templo religioso no local, algo que vem sendo muito criticado por arquitetos. A hashtag “Salve o Jóquei” e “Somos todos Jóquei” vem sendo compartilhada desde a tarde de ontem e um manifesto, já com 500 assinaturas, foi criado no site Avaaz pedindo que o edifício não seja demolido. Os organizadores preparam um ato em prol da manutenção do prédio para o próximo domingo (3) em frente ao Jóquei Clube.

Em sua rede social, Léo Romano explicou que não se trata de uma disputa entre clube e igreja, mas sim da preservação de um patrimônio arquitetônico. “Trata-se de um patrimônio arquitetônico que, em minha singela opinião, deve ser tombado pelo IPHAN e transformado para alguma finalidade cultural e pública”, explicou o arquiteto.

Imagens: Acervo Paulo Mendes da Rocha