Designer cria luminária com suporte para planta

O servo Marko Vuckovic criou uma luminária que possibilita o cultivo de planta

Na era da sustentabilidade, ter plantas em casa é estar na moda. Pensando nisto o designer servo Marko Vuckovic criou uma peça de mobiliário para lá de inovadora. Batizada de grasslamp, a luminária traz em sua parte central uma espécie de vaso para o cultivo de plantas.

Parece complicado misturar energia elétrica e planta em uma mesma peça de decoração, mas a técnica usada pelo designer dispensa o uso de terra. A estrutura é capaz de cultivar cerca de 40 tipos diferentes de plantas que necessitam de um pouco de água, algumas vezes por dia.

As plantas são cultivadas por meio da técnica de hidroponia, que é o cultivo sem solo, onde as raízes recebem uma solução nutritiva balanceada que contém água e todos os nutrientes essenciais ao desenvolvimento da planta.

A parte da luminária é composta por uma abajur com 90 LEDs que geram 60W de energia. Sua estrutura foi criada para suporte de teto e também como abajur de mesa e luminária de pé. Segundo o designer, a inspiração foi a vontade de trazer a elegância para dentro da convivência das pessoas, que passam a maior parte do tempo entre quatro paredes.

DNA Goiano no design internacional

Banco Chuva, de Léo Romano, Paris Design Week em exposição na Europa por meio do Projeto Raiz

Ontem foi o último dia de Paris Design Week e Leo Romano foi um dos nomes que passou por lá por meio do Projeto Raiz. O projeto, promovido pelo Sindicato das Indústrias do Mobiliário de Bento Gonçalves (Sindmóveis), tem por objetivo incentivar a internacionalização do design brasileiro e levou peças de grandes nomes do nosso design para exposições no Salão do Móvel de Milão e nas embaixadas brasileiras de Roma e Paris.

A proposta é abrir as postas do mercado europeu estabelecendo conexão entre designers, lojistas, fabricantes e investidores. Fazem parte do evento, com peças expostas, nomes como o de Sergio Fahrer e Jack Fahrer, Aristeu Pires, Paulo Alves, Estudiobola, Ronald Sasson, Ana Neute, Jader Almeida, Leo Romano, Guto Indio da Costa e outros.

O evento conta com o apoio do Ministério de Relações Exteriores, da Maison & Objet e da Paris Design Week. O próximo destino da mostra é a embaixada do Brasil em Estocolmo, Suécia, em fevereiro de 2018.

Léo Romano começou no design há dezenove anos e sua vasta formação lhe permite transitar entre todos os campos da arte da decoração. Se formou em Artes Visuais, Design de Interiores, Design Gráfico e Arquitetura e Urbanismo, tudo isso coroado com um mestrado em artes visuais. Conhecido pela ousadia, Léo é inquieto e curiosos – qualidades que ajudaram a dar ao seu trabalho o merecido reconhecimento nacional.

O Banco Chuva, em tour pela Europa, faz parte da coleção de móveis de mesmo nome criada pelo designer em 2015 em parceria com a Decameron. Chuva é uma coleção de móveis com a expressão da fluidez. Segundo o próprio arquiteto, a madeira é trabalhada numa construção artesanal precisa e cuidadosa produzindo imagens plásticas conduzidas por linhas puras e contínuas.

Tokujin Yoshioka: design e inovação

O designer japonês Tokujin Yoshioka brinca com objetos e os materiais para inovar no design mobiliário


Tokujin Yoshioka não é um completo desconhecido do Blog AZ, mas talvez você tenha passado por seu nome despercebido quando falávamos na Kartell. Vamos às apresentações: Yoshioka é considerado um dos mais importantes designers da atualidade. O trabalho do japonês caiu no gosto da italiana do plástico, bem como da Hermes, Toyota, BMW e Swarovski.

O designer e artista Tokujin Yoshioka abusa da transparência, é amante das novas tecnologias e cria pelo desejo de inovar e experimentar em seus trabalhos – não apenas no mobiliário como em instalações de arte. Tokujin Yoshioka já trabalhou com nomes como o de Issey Miyake e grande parte de seus trabalhos está exposta em galerias de museus.

Nascido no Japão em 1967, o designer fundou seu próprio estúdio em 2000, na cidade de Tóquio, depois de aprender muito com Shiro Kuramata e Issey Miyake. Em 2002 passou a expor no Salão do Móvel de Milão e fez dele sua vitrine para o mundo.

Seu gosto pela experimentação e por novos materiais resultou em incríveis (e inimagináveis) projetos. Em 2001, Yoshioka criou a famosa Honey Pop. A cadeira foi feita com o favo de mel de papel, usado na construção de lanternas chinesas. A cadeira, assim como um caderno fechado, se abre dando forma ao móvel que aceita a forma de quem nele se senta. A cadeira amolda seu formato ao formato do corpo de quem se senta sobre ela, de modo que as células do favo de mel da camada mais externa se compactam.

Outro sucesso inusitado do designer foi a Presidente Pane. A cadeira foi fabricada seguindo uma receita de pão. O material é despejado em uma forma e levado ao forno para “assar”. O calor dá ao objeto sua forma final.

Não á a toa que o trabalho de Tokujin Yoshioka é visto como uma obra de arte. Parte de suas peças estão expostas no Arte Moderna de Nova York, Centre Pompidou, em Paris, o Vitra Design Museum, em Berlim e o Victoria & Albert Museum, em Londres.

Fava de Bolota: o design artesanal do Tocantins

Sérgio J. Matos se uniu a artesãos de um distrito de Palmas para juntos criarem peças com a identidade regional do Tocantins


Vamos aproveitar nosso passeio por terras tocantinenses em nosso post da última terça-feira para continuar falando do design produzido no nosso vizinho do norte. Desta vez, o projeto veio do arquiteto Sérgio J. Matos. Sérgio é desses que sabe aliar design ao artesanato e aproveitar o que de melhor a cultura brasileira pode oferecer.

Apaixonado pela cultura nacional, Sérgio imprime em seu trabalho o regionalismo de cada pedaço do país que o encanta. Com essa paixão, se deslocou para Taquaruçu, distrito de Palmar, capital do Tocantins, para trabalhar no Projeto de Estruturação Turística da cidade desenvolvido pela prefeitura.

Os artesãos da região já trabalhavam com a criação de peças feitas em cerâmica, crochê e trançado de palha, mas não imprimiam a cultura da região em seus trabalhos. Foi ai que Sérgio J. Matos entrou para prestar sua consultoria. O designer sabe muito bem captar a essência dos regionalismos e trazer para seus trabalhos. Ajudar os artesãos locais a fazer o mesmo, então, não seria difícil.

Sergio viu na Fava de Bolota a referência central para cumprir sua missão. A Fava de Bolota é uma árvore tão comum no Tocantins que acabou se tornando símbolo oficial do estado. A árvore frondosa de grande porte chama a atenção por suas flores de formato esférico e cor avermelhada e por seus frutos, em formato encaracolado, que nascem em cachos e chegam a atingir 20 centímetros de comprimento.

Sérgio conta que quando chegou a Palmas as árvores, que dão flores apenas uma vez ao ano, estavam todas floridas.  “Sua flor é muito exótica, eu nunca tinha visto”, explicou o designer. Junto às flores aliou o material que seria usado: palha do buriti tratada – além das cerâmicas e crochês já usados pelos artesãos locais. As peças todas possuem como referência a flor da Fava de Bolota.

O trabalho dos artesãos com Matos será oficialmente lançado no dia 6 de setembro em um evento regional de Taquaruçu, o 11º Festival Gastronômico do distrito. Mas o sucesso estimulou Matos a planejar novas viagens para aliar seu trabalho a de outros artesãos em comunidades do Tocantins.

Imagens: Sérgio J. Matos / Divulgação

PAX.ARQ: um mundo de criatividade

Conheça o trabalho do coletivo PAX.ARQ, que desenvolve projetos de arquitetura e design mobiliário


“Agentes de algo que está em transformação” é a definição escolhidas pela equipe de um coletivo de arquitetura para se descrever. O grupo vem se destacando na última década por aliar arquitetura à tecnologia e aproveitar o que de melhor a inovação pode fazer pelo design. Estamos falando o Coletivo PAX que, a partir do trabalho colaborativo entre seus integrantes e parceiros externos, faz com que cada projeto consista em um organismo único.

Não estamos exagerando no uso da palavra, já que “único” descreve bem o trabalho desenvolvido pelo grupo. Muitas marcas e arquitetos se destacam no mundo por abordar uma linguagem bastante contemporânea e o PAX.ARQ se enquadra nesta categoria.

O PAX.ARQ se define como sendo um coletivo multidisciplinar que desenvolve projetos em diversas escalas, tendo como principal objetivo a inovação através da fusão entre tecnologias tradicionais e digitais de fabricação. Os nomes por trás da marca são o de Paula Sertório e Victor Paixão. Os arquitetos se uniram para unirem-se a outros profissionais e por em prática aquilo que parece sair do imaginário mais audacioso.

Paula se formou em Arquitetura e Urbanismo pela FAAP em 2008 e Victor pelo Mackenzie em 2006. Parece pouco tempo para tanta criatividade, mas o coletivo já conquistou importantes prêmios e assinou importantes obras tanto de arquitetura quando de design mobiliário.

O PAX.ARQ não é desconhecido nosso. O Blog AZ já os apresentou durante a edição 2017 da Casa Cor Goiás, quando um de seus mobiliários, o Balanço Cocar, integrou o ambiente de André Brandão e Marcia Varizo. Além dele, entretanto, o coletivo assina outras peças de mobiliário e projetos arquitetônicos no Brasil e no exterior, como a Fac Cordoba na Espanha, o Museu da Memória, no Chile e a sede da Capes no Distrito Federal.

A criatividade rendeu ao grupo o 21º Prêmio Design Museu da Casa Brasileira pelo projeto da cadeira Atiati, o Adaptable Gallery London 2008, concurso desenvolvido pela Architectural Association, o New Practices New York em São Paulo (premiação outorgada pelo AIA de Nova York) e Prêmio Salão Design 2016 pela cadeira Daki.

Imagens: Divulgação/ PAX.ARQ

Dos muros das ruas para as paredes das casas

A arte urbana, que já ganhou as paredes dos museus e galerias, agora fazem parte de uma nova tendência do design de interiores: integram a decoração das casas

Museu de Arte Urbana em Berlim

Primeiro foram os muros das ruas. No meio da madrugada, o ato de pintar era quase subversivo (e claramente criminoso). Uma tinta aqui, um colorido ali e caíram no gosto das galerias de arte. Nas ruas a pintura passou a surgir no meio dia, sem medo, sem crime. A subversão se transformou em aceitação. Agora, os coloridos foram parar na parede das casas.

O street art, que durante anos foi visto como ato de vandalismo, finalmente caiu no gosto do público e das paredes das galerias passaram a fazer parte da decoração das casas. Até a primeira parada, o caminho não foi fácil. Os artistas se deparavam – e ainda se deparam – com pessoas que veem seu trabalho como subversivo e ser aceito em galerias e museus, como obras de arte, era um feito quase inalcançável.

Assim foi a polêmica causada pelo anuncio de que no início deste ano, em Berlim, o novo Museu de Arte Urbana Contemporânea da capital alemã abrigaria obras de arte urbana. A ideia de conceber o museu não é tirar a arte da rua, mas poder arquiva-la e preserva-la – ainda que uma de suas características de nascença seja a efemeridade.

Mas após receber o passe livre das galerias, a nova tendência é que os arquitetos e grafiteiros explorem a arte de rua dentro de casa. Esta invasão de cor pode se dar de suas maneiras: colocar nas paredes internas da residência quadros pintados por artistas urbanos ou usar a parede como tela em branco e deixar que um desses artistas se perca de criatividade.

Mas não se engane, a depender do artista o quadro ou a intervenção pode custar uma mine fortuna, como é o exemplo do anônimo Banksy, que já teve obras leiloadas por meio milhão de dólares nos Estados Unidos. Para o paulista Binho Ribeiro, a tendência de abrir a porta e as paredes das casas para a arte urbana é muito positiva, pois ajuda a legitimar o street art. Para uma parcela do movimento, entretanto, esta tendência pode desmarginalizar por total a arte urbana e fazer com que ela perca seu objetivo inicial: o de ser uma arte de contestação.

Painel criado por Santhiago Selon para o ambiente + Estar (Casa Cor Goiás/2017). 

Espedito Seleiro customiza poltrona Diz

Atendendo pedido de cliente, Espedito Seleiro customizou uma poltrona Diz de Sérgio Rodrigues

Espedito Seleiro não é novato no mundo do design mobiliário, mas encantou com seu trabalho sobre a madeira assinada por Sérgio Rodrigues. É que em abril deste ano, um corajoso cliente pediu ao artesão que costumasse sua Poltrona Diz e o artista atendeu a contento o pedido.

Dizemos “corajoso” porque não é todo dia que vemos pessoas em busca de intervenções em uma Sérgio Rodrigues, mas perdoamos a ousadia, afinal, a interferência foi feita de um mestre em outro.

Espedito Seleiro já aplicava sua criatividade em couro em algumas peças de mobiliário, mas foi de uma parceria com os irmãos Campana que entrou em definitivo para o campo do design assinado. Seu trabalho pode ser visto em filmes, novelas e passarelas. Ela cria também sandálias, peças de roupas e veste atores para peças artísticas.

Com os irmãos Campana, criou a coleção Cangaço, lançada na Art Basel Beach de Miami em 2015. “Eu gosto de fazer diferente; fazer igual é muito fácil”, explica o mestre. E diferente ele faz – basta uma olhada para esta encantadora Diz. Nascido em Nova Olinda (Ceará), Espedito é filho, neto e bisneto de seleiros e se tornou referência na criatividade do uso do couro.

Imagens: instagram/Espedito Seleiro

Arquiteto holandês constrói edifício com fachada de emoji

O holandês Changiz Tehrani constrói edifício com fachada de emoji

De onde vem a criatividade? Como nascem as ideias? São perguntas feitas com o anseio de quem pretende, como resposta, uma direção quase de autoajuda. Impossível! A criatividade vem do homem que se inspira no mundo ao seu redor. Mas e quando o mundo ao seu redor deixa de ser apenas físico e se torna também tecnológico, a inspiração pode vir de onde menos se espera, como de um emoji que serviu de inspiração para um arquiteto.

Pareço louca? Já explico sem muitas delongas: o arquiteto Changiz Tehrani, do estúdio holandês Attika Architekten, reproduziu dezenas de “carinhas” – desenhos conhecidos por emoji – por toda a fachada de um edifício. As imagens do prédio viralizaram pelas redes sociais e Tehrani recebeu muitas criticas pela ousadia, mas o arquiteto comemora sua criatividade.

Segundo ele, a ideia era construir uma arquitetura que remetesse ao seu tempo, assim como foi feita em várias passagens da história antiga – da antiguidade clássica, como no Egito, até os anos áureos da Idade Média.  “Na arquitetura antiga eles usavam coroas de reis ou outros pequenos detalhes nas fachadas”, disse Tehrani ao site de tecnologia The Verge. “Pensamos em que poderíamos usar como ornamento para que quando você olhar o prédio em 10 ou 20 anos, você possa dizer: ‘Ei, isso é daquele ano!’”, concluiu o arquiteto.

O fato de emojis não serem uma representação com garantia de permanência – já que podem cair no desuso com a mesma rapidez que conquistaram os internautas – não incomodou o estúdio. Para Tehrani o importante é que o prédio agora representa um momento da nossa história. A equipe escolheu 22 tipos diferentes de emoji e os transformaram em plataforma para lançar em concreto. Não deve ter sido uma escolha fácil, já que atualmente contamos com mais de mil emojis disponíveis em nossas redes sociais.

Irmãos Bouroullec: design e criatividade

Conheça o trabalho dos franceses Ronan e Erwan Bouroullec, que são parte do time de peso da Vitra

Talvez, apenas talvez, você ainda não tenha sido apresentado formalmente aos irmãos Bouroullec, mas sem a menor sombra de dúvidas, você já deve conhecer seu design. Os irmãos Bouroullec, mais especificamente Ronan e Erwan, são franceses. Nasceram na cidade de Quimper, Bretanha, e estudaram design na École ationale de Arts Décoratifs em Paris.

Atualmente, Ronan e Erwan integram o renomado time de designer da Vitra, mas iniciaram a carreira em Paris, enquanto Ronan começou a trabalhar logo depois de formado com a assistência de seu irmão mais novo, Erwan, que estudava na École de Beaux Arts em Cergy Pontoise – uma cidade que dica a 38 quilômetros de Paris.

“O fato de que podemos discutir tudo um com o outro de forma aberta e honesta é importante, porque muitas vezes a criatividade não vem de um ponto de vista racional, mas sim, emocional”, explica Erwan. Para os irmãos, processo de design se assemelha ao processo de criação artística, visto que ambos confiam no talento na busca por algo a ser apreciado.

O resultado disso é que os irmãos Bouroullec integram um time de designs que criam verdadeiras peças de arte. Não foi por acaso que Ronan e Erwan foram eleitos Criadores do Ano no Salão de Móveis de Paris e que seus projetos fazem parte de coleções em museus como o Musée National d’Art Moderne do Centre Pompidou e o Musée des Arts Décoratifs em Paris, o Museu de Arte Moderna de Nova York, o Instituto de Arte de Chicago e o Museu de Design em Londres.

Juntos criaram peças icônicas, como a Algue – primeiro objeto de design criado em parceria com a Vitra – o Sofá Alcove, inspirado em um bunker criando um reduto de privacidade, e as tradicionais Slow Chair com as banquetas Ottoman. Por seus trabalhos, os irmãos Bouroullec já ganharam diversos prêmios internacionais, como o “New Designer Award” na Feira Internacional do Mobiliário de Nova Iorque, o “Grand Prix” em Paris e o primeiro prêmio na Feira Bienal em Saint-Etienne.

As novidades de Jacqueline Terpins

Artista plástica, Jacqueline Terpins transita com facilidade por todas as matérias primas e aproxima a funcionalidade do móvel com a beleza da arte

Jacqueline Terpins ficou conhecida pelas peças que realçam o movimento original do cristal e abusam das formas do vidro. Mas não é só de vidro que é feito o seu trabalho. Terpins transita entre diversos tipos de matérias primas e o faz com muita competência e criatividade. Deve ser por isto que o Blog AZ adora mostrar seu trabalho.

Este ano, Jacqueline Terpins ousou em suas peças de estética minimalista lançadas em abril durante a edição 2017 da SP-ARTE. “Poder se emocionar no cotidiano através do uso de objetos ou móveis é uma forma de viver melhor”, explicou a designer em entrevista para a  SP-ARTE. Segundo Terpins a emoção dos objetos pode vir tanto pelo estudo de sua funcionalidade – algo que a designer faz muito bem – como também, claro, pela transcendência que sua beleza provoca.

A emoção passada pela transcendência da beleza de suas peças ficou a cargo de algumas novidades apresentadas durante a feira, como os bancos Pedra, mesas laterais, como a Fenda, objetos de decoração com os vasos de cristal e móveis em todos os materiais: aço inoxidável, quartzo, madeira e vidro.

Artista plástica, Jacqueline Terpins formou-se em Comunicação Visual na Escola de Belas Artes da UFRJ e manteve suas criações de mobiliário muito próximas do meio artístico. É por isto que suas peças são uma mistura entre a funcionalidade do mobiliário com a beleza da arte. Imagens falam mais que palavras, então confiram as novidades do trabalho de Jacqueline Terpins.