Etel lança em Milão sua primeira loja internacional

A marca que representa grandes nomes do design brasileiro estreia com loja próxima em Milão no próximo sábado

O design brasileiro conquistou o mundo. Não é de hoje que nomes do mobiliário nacional repercutem nos principais centros de design e marcas nacionais acabam sendo impulsionadas para fora do país. A ETEL fará parte deste grupo de empresas brasileiras de móveis assinados com representação internacional.

A marca, que edita e reedita móveis de nomes como Sérgio Rodrigues, Lina Bo Bardi, Arthur Casas, Etel Carmono, Isay Weinfeld, Carlos Motta e outros, abre sua primeira loja internacional no próximo sábado (11) em um charmoso prédio na Via Pietro Maroncelli, em Milão. A Etel Interiores já possuía 15 representantes fora do Brasil, mas agora chega à principal cidade mundial de design mobiliário com as próprias pernas.

Para Lissa Carmona, diretora executiva da ETEL, já estava na hora de a marca ter um espaço com a sua própria marca (e cara) e nenhum lugar seria mais adequado que Milão para fincarem a primeira bandeira em solo internacional. “Milão ser a capital mundial do design já é um grande motivo, mas a cidade também tem uma distância estratégica dos países escandinavos, e temos trabalhado muito com o design nórdico”, contou Lissa.

O lançamento do novo espaço será feito com muito estilo. A marca prepara uma coleção especial mostrando uma espécie de linha do tempo do design brasileiro mostrando todos os grandes nomes do nosso design e suas peças icônicas.

Imagens: Divulgação

SP-Arte acontece entre os dias 6 e 9 de abril

Semana de arte de São Paulo começa a se movimentar com a 13ª edição da SP-Arte, que acontece entre os dias 6 e 9 de abril

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Ontem anunciamos o início da Semana de Design de Milão, mas não é apenas a cidade italiana que respira arte nesse início de abril. Amanhã São Paulo recebe mais uma edição da Festival Internacional de Arte de São Paulo (SP-Arte), feira onde as galerias recebem colecionadores e amantes da arte para mostrar o que artistas brasileiros e internacionais feito de novo no seguimento.

São Paulo é considerada uma das dez cidades mais importantes do mundo quando o tema é arte. Foi por isso que em 2005 foi criada a SP-Arte. Em 2017 a feira completa 13 edições e será realizada entre os dias 6 e 9 de abril no Pavilhão da Bienal Parque Ibirapuera.

Este ano, o evento reúne mais de 120 galerias de arte moderna e contemporânea do Brasil e do mundo. “O nosso trabalho, ao longo de mais de uma década, foi sempre no sentido de democratizar o acesso à arte, trabalhando pela formação de novos apreciadores e colecionadores, fazendo circular ideias e informações, divulgando eventos e exposições, criando prêmios de incentivo e ações como o Gallery Night, que têm como foco ocupar a cidade com arte e convidar o público a transitar por bairros paulistanos, visitando galerias e museus”, afirma Fernanda Feitosa, diretora e fundadora da SP-Arte.

Na abertura da semana do Festival, SP-Arte e Videobrasil unem forças para apresentar no Galpão VB a mostra “Nada levarei quando morrer, aqueles que me devem cobrarei no inferno”, que conta com uma seleção de trabalhos em vídeo de artistas brasileiros centrais da cena contemporânea.
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A feira também dá destaque ao design mobiliário, iluminação, antiquário e objetos, que foi sucesso de crítica e público na mostra de 2016 – ano que a feira estreou na exposição deste seguimento. Este ano, a SP-Arte expõe o melhor da produção nacional em sua segunda edição da SP Design. Estarão presentes galerias como ETEL e Hugo França e ainda o SP Design apresenta artistas icônicos como Sergio Rodrigues, Zanine Caldas, Lina Bo Bardi e Jorge Zalszupin e também novos destaques da geração contemporânea como Zanini de Zanine, Jader Almeida e Irmãos Campana.
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Informações e imagem: Assessoria SP-Arte

Design de criança

No dia da Criança o Blog AZ lembra de alguns designs lúdicos e algumas peças de mobiliário que são verdadeiros jogos de crianças (e adultos)

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Segundo Henrique Steyer, o papel do design é apresentar novas formas de ver as coisas. “As pessoas buscam algo que não seja insosso e sem vida”. Mas quem acha que por “pessoas” ele se referia apenas aos adultos, engana-se. Hoje é o dia delas, das crianças e elas também são o público alvo do design e também querem algo menos “insosso”.

Alias, é no mundo fantástico e lúdico dos mais jovens que o insosso não tem vez. As palavras de ordem são cor e criatividade. Algumas marcas de design perceberam isso. A já colorida Kartell, por exemplo, lançou durante a Design Week deste ano uma linha exclusiva para crianças.

A coleção Kartell Kids apresentou peças clássicas da marca feitas em tamanho mirim e móveis que podem ser usados para as brincadeiras de criança. À frente do projeto estiveram Philippe Starck, Piero Lissoni, Nendo e Ferruccio Laviani. Bancos de balanço e carrinhos de corrida fizeram sucesso entre os mais jovens durante o lançamento na Itália.
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Outro designer que se inspirou no mundo lúdico, ainda que as peças não tenham sido desenvolvidas exclusivamente para crianças, foi o já mencionado Henrique Steyer. Em 2013, seguindo essa tendência, Henrique lançou coleções de peças de mobiliário com inspirações bem criativas: É o Bicho e Niño. São móveis que representam animais e crianças em forma de bonequinhos de papel nas versões masculina e feminina.

Outra marca que também se inspirou no mundo lúdico foi a sofisticada Etel Interiores. De uma forma mais sobrea, os designers Etel Carmona e Dado Castello Branco criaram uma mesa de ping-pong. A peça foi uma recriação de uma mesa da marca, a Mineira, só que em forma de jogo.
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A força da Etel

A Casa Cor chegou ao fim, mas alguns importantes nomes do design brasileiro se destacaram e é importante lembrar-se deles

 

Ambiente na Casa Cor São Paulo

Ambiente na Casa Cor São Paulo

No último dia 22 de junho a Casa Cor Goiás começou a se desfazer. O prédio que antes abrigou o centro de distribuição de medicamentos e o anexo de apoio à Santa Casa retoma seu curso para assumir sua próxima função na vida pública: vai abrigar a Goiás Turismo.

Os 51 profissionais que projetaram a mostra esse anos começaram a desfazer os 36 ambientes que compuseram a Casa Cor e a força de cada um dos mobiliários escolhido para Celebrar – tema da exposição em 2016 – mostrou que mais uma vez o Brasil está em voga.

É que no ano passado o tema era Brasilidade. Móveis brasileiros ganharam um espaço especial em cada um dos ambientes para lembrar a força e a beleza das produções genuinamente brasileiras. Este ano uma empresa que mostrou sua importância no design nacional dentro da Casa – não só na mostra de Goiás como também em São Paulo – foi a ETEL.

A Etel Interiores é uma das maiores expressões em móveis de luxo do Brasil. Criada pela autodidata Etel Carmona, a marca reedita peças de designers como Claudia Moreira Sales, Isay Weinfeld, Lia Siqueira, Arthur Casas, Dado Castello Branco, Carlos Motta, Sérgio Rodrigues, Oscar Niemeyer e outros nomes de peso do design mobiliário.

A marca passou a fazer parte do design brasileiro ao resgatar a história do país em suas peças e como mostrar o que o Brasil faz de melhor é o objetivo de muitos arquitetos, o nome Etel não falta em mostras e exposições. O trabalho artesanal da Etel resgata as técnicas milenares de marcenaria na produção de móveis na Fábrica Mágica Etel na cidade de Valinhos, interior de São Paulo.

Em Goiás peças da Etel estiveram presentes em vários ambientes da mostra, como no de Ana Paula de Castro e Sanderson Porto, Aline Torres e Thiago Cardoso, Heitor Arrais e Ogawa, Karla Cristine Oliveira e Cláudia Zupani. Em São Paulo, peças da Etel também abrilhantaram alguns ambientes.
13407096_1099914783383694_6506366553716584109_n 24. Cozinha (2) - Crédito Jomar Bragança 10. Biblioteca (1) - Crédito Jomar Bragança

Poltrona Alta de Oscar Niemeyer agora pela ETEL

ETEL passa a reeditar a Poltrona Alta de Oscar Niemeyer e sua filha Anna Maria Niemeyer

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Todos sabem da importância de Oscar Niemeyer para a arquitetura, mas para os mais distraídos, alguns móveis do arquiteto podem passar despercebidos. Ocorre que entre os modernistas mais irreverentes, virou quase um hábito criar móveis para decorar seus inusitados projetos. Foi assim que Niemeyer virou também designer.

Algumas de suas peças, como a famosa Cadeira de Balanço Rio, estavam sendo reeditadas pela ETEL interiores. Este mês a marca adicionou mais um mobiliário em seu catálogo, a Poltrona Alta que Niemeyer desenvolveu em parceria com sua filha Anna Maria. Oscar Niemeyer começou a desenhar sua linha de móveis na década de 1970 e convidou a filha para desenvolver os projetos com ele.

“Desejávamos, minha filha e eu, encontrar um novo desenho, que permitisse, com o uso de madeira prensada, imaginar coisas diferentes dos móveis tradicionais”, disse o arquiteto certa vez em entrevista para a Revista Casa Claudia.  Em 1971, a atemporal poltrona Alta nasceu com as curvas que são inerentes nos trabalhos de Niemeyer.

A peça em madeira prensada, laqueada de preto com revestimento em almofadas de couro logo ganhou o público – a apresentadora e comediante americana Ellen Degeneres mantém um casal de Altas em sua casa em Beverly Hills.

Casa de Ellen Degeneres em Beverly Hills

Casa de Ellen Degeneres em Beverly Hills

Poltrona Infinito / Lia Siqueira

ETEL produz peças de Lia Siqueira, como a recém criada poltrona Infinito

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Desde setembro do ano passado a arquiteta Lia Siqueira passou a integrar o time de talentosos designers moveleiros reeditados pela ETEL. Segundo a marca, Lia “influenciada pela sua relação intimista com a madeira e com o design de mobiliário, desenhou itens que celebram a cumplicidade entre os amigos, homenageando grandes mestres da marchetaria”. E completou dizendo que as peças da arquiteta “enaltecem o cerne da vida e brindam a infinitude da nossa existência”.

E por falar em infinitude, uma das peças que entrou a coleção ETEL foi a Poltrona Infinito. Sem começo nem fim, a poltrona foi inspirada no símbolo matemático do infinito e executada em cedro, freijó, imbuia ou sucupira.

Lia Siqueira é formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Santa Úrsula no Rio de Janeiro. Morou na Europa até 1986, quando atuou no escritório alemão Weildling, Kettner & Dr. Werner e de volta ao Brasil, abriu a AZUL Arquitetura & Design. Muito premiada por seu trabalho, os móveis de Lia estão expostos na Etel Marcenaria, São Paulo e na Espasso, New York.

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Revista Phocus Mais e Lina Bo Bardi

A Phocus Mais deste mês deu destaque especial para a reedição, feita pela ETEL, de peças da designer Lina Bo Bardi

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Para aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de ver, a Revista Phocus Mais – lançada no último dia 21 de junho na Casa Cor Goiás – deu destaque para a reedição de quatro peças de mobiliário feitas pela ETEL dos desenhos e criações de Lina Bo Bardi. A revista contou com a participação do time AZ com um artigo de Abadia Haich… Confiram aqui o texto e não deixem de olhar a revista, que, nesta edição, está cheia de novidades:

 

O que os móveis nos contam? Contam-nos a história de sua geração? De seu designer? Do futuro que ele vai abrigar com suas linhas atemporais? Alguns dos grandes designers brasileiros já se foram, mas suas histórias permanecem vivas e quem nos conta essas histórias são seus trabalhos. Deixados para as gerações futuras como um singelo presente de uma linguagem que marcou uma época, o design imortal dos imortais designers agora atravessa outras épocas para levar ao futuro a história de nosso passado.

Lina Bo Bardi nasceu em Roma em 1914, mas aos 22 anos de idade adotou Brasil como sua pátria e deixou aqui seu trabalho e sua história para ser contada. A arquiteta encontrou a rara oportunidade de atuar profissionalmente em várias áreas, levando sua interpretação pessoal do modernismo para o paisagismo, a cenografia, a ilustração, a curadoria e para o design mobiliário. No campo do design, Lina Bo Bardi priorizou a produção artesanal misturando-a com seu inconfundível estilo modernista. As formas e silhuetas de seus móveis protagonizaram a discussão de Lina sobre relação do artesanato com a crescente industrialização brasileira que ocorreu paralelamente ao surto desenvolvimentista da década de 1960.

A importância desta italiana e de sua poesia mobiliária vai muito além do design. Na curadoria do Museu de Arte Moderna da Bahia, Lina decidiu criticar a opção brasileira pela industrialização e viveu na tentativa de descobrir a essencialidade na inteligência popular. Tudo em nome da arte pura, simples e singela que defendia por meio de seu trabalho. Lina tinha consciência de seu papel social. “Não existem homens absolutamente incultos, a linguagem do povo não é sua pronúncia errada, mas sua maneira de construir o pensamento”, disse uma vez Lina Bo Bardi no início da década de 1970. 

Sua história conseguiu mobiliar o inconsciente coletivo dos amantes do design, como a Coleção ETEL e o Armazém da Decoração.  A criatividade desta arquiteta de mil faces está sendo reeditada pela empresa que respira o mobiliário do passado para inspirar as gerações do presente e do futuro. A Coleção ETEL selecionou peças emblemáticas que remetem à carreira da designer e arquiteta em parceria com o Instituto Lina Bo e P. M. As quatro cadeiras reeditadas são um pedaço da história da transformação da arquiteta e do design nacional.

Texto: Abadia Haich
Fonte: Revista Phocus Mais

O modernismo de Gregori Warchavchik

Com peças reeditadas pela ETEL, o arquiteto ucraniano Gregori Warchavchik deixou após sua morte um vasto patrimônio mobiliário, arquitetônico e intelectual

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Gregori Warchavchik já não está entre nós, mas deixou seu trabalho imortalizado pelas reedições da ETEL. Ucraniano por vontade divida e brasileiro por vontade própria, Warchavchik desembarcou no Brasil em 1923 em um momento que não poderia ser melhor para um arquiteto modernista, um ano após a Semana de Arte Moderna de 1922 – ocasião que renovou a linguagem artística na busca de novas experimentações.

“O terreno estava preparado para minhas ideias e meus sonhos”, foi assim que Gregori Warchavchik se referiu à sua chegada ao Brasil em 23. Conhecido como o arquiteto Modernista, principalmente após publicar o primeiro manifesto da arquitetura moderna no Brasil, Gregori Warchavchik defendia em seu trabalho uma modernização do que ele chamava de máquinas de morar.
Casa moderna

O arquiteto queria ver casas e prédios livres das amarras do passado.  Buscou, para conquistar os jovens cheios de ideias da Semana de Arte Moderna, uma estética que pudesse refletir o momento de ruptura com o passado e de liberdade criativa. Antes do Brasil, Gregoriestudou arquitetura em Roma no Regio Istituto Superiore di Belle Arti. Em terras tupiniquins, escreveu seu famoso manifesto Futurismo? publicado em Italiano e traduzido para o português pelo Correio da Manhã.

É de Gregori Warchavchik a primeira casa modernista do país, erguida em 1928 em São Paulo – cidade pela qual se apaixonou. O projeto, construção, decoração, móveis e as peças de iluminação são de autoria do arquiteto e deram matéria prima para a ETEL. As peças que formaram o patrimônio de Gregori na Casa Moderna foram reeditadas pela marca de Etel Carmona. A casa do arquiteto foi tombada após sua morte pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico e pertence ao Estado de São Paulo.

Moda e arquitetura a serviço do design moveleiro

Marcelo Alvarenga e Suzana Bastos uniram a criatividade em uma nova marca de design: Alva

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Enquanto um desenhava projetos a outra desenhava roupas, mas em 2012 os irmãos Marcelo Alvarenga e Suzana Bastos uniram seus lápis em um mesmo papel e lançaram a marca de design Alva. Suzana cursou artes plásticas para seguir a carreira de estilista enquanto seu irmão optou pela arquitetura e criou o escritório Play Arquitetura. Seu nome apareceu entre os jovens talentos selecionados pela revista Wallpaper.

Mineiros de Perdões, os irmãos Marcelo Alvarenga e Suzana Bastos têm pedigree. Netos do Senhor João Alvarenga, o avó da dupla fazia peças de xadrez, vasos e outros utensílios domésticos. Com o design no sangue, Marcelo e Suzana resolveram homenagear o avô no nome da nova marca, Alva de Alvarenga, que estreou com uma linha homônima.

A linha Alva é composta por dois aparadores, três gaveteiros com pés e gavetas de parede. As peças foram pensadas para criar um interessante contraponto de formas e materiais. A união das linhas de Marcelo com a criatividade de Suzana gerou móveis projetados em madeira sólida, rígida e geométrica com adornos em tiras de camurça, maleáveis e coloridas sustentadas por um delicado suporte de metal. A bela mistura da madeira com o couro chamou a atenção de Etel e as peças da dupla fazem parte do acervo oficial da marca.

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Leo Romano inova em mais um projeto criado para a Casa Cor Goiás

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Com uma brincadeira usando seu nome e a frase mais dita no mundo em todas as línguas – “I love You” –, a intenção de Leo Romano com o Studio I LeoYou é passar a ideia que a criação de seu ambiente foi uma entrega na hora de projetar, com muito amor e paixão. Leo é o único profissional presente em todas as 18 edições da Casa Cor Goiás e usa a oportunidade para criar novas experimentações. Para o arquiteto, a mostra é uma oportunidade dos profissionais criarem projetos autorais, e disso Leo entende bem.

Suas experimentações são sempre os objetos surpresa que surgem em meio ao ambiente. Na mostra desse ano o destaque foi para a obra de arte em formato de boi, em tamanho natural, pendurado de cabeça para baixo. “A Casa Cor é um momento de inovar e criar o que não pode ser feito dentro de uma casa, pois precisa ser um espaço inspirador e convidativo”, explicou o designer e arquiteto em entrevista para o Blog AZ.
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Como de costume em suas criações, Leo busca trabalhar com todos os elementos da natureza como um estimulo sensorial. O banheiro integrado a uma raia de piscina exibe uma cortina d´água que passeia entre as paredes e o vidro e fica do lado oposto a uma lareira e um jardim. Os elementos fogo, água e verde espalhados pelo ambiente exaltam a relação do homem com a qualidade de vida. Tudo haver com o ambiente, que se propõe a ser um Studio projetado como um refúgio de convívio e relaxamento.

Mas o espaço de Leo chama a atenção pelo todo. Projetado para ser um Studio masculino, não há uma pessoa que não se imagine habitando seus 130 metros de conforto e requinte. “A ambientação foi feita pensando no masculino, mas conseguimos encontrar uma delicadeza para encantar todos os gêneros”, contou Leo.

A pegada sofisticada do espaço de Leo tem o auxilio luxuoso da Etel Interiores com peças de Oscar Niemeyer, Jorge Zalszupin, Claudia Moreira Salles e Guilherme Torres – todos exclusivos do Armazém da Decoração em Goiânia. O arquiteto resolveu declarar seu encanto pelo mobiliário brasileiro e encontrou na Etel os grandes nomes e móveis que precisava para compor seu espaço, que conta também com criações próprias do designer. “Sou apaixonado pelo mobiliário brasileiro e a Etel é uma forte e importante representação desse mobiliário”, explicou.

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Fotos: Marcus Camargo