Design é Meu Mundo / Coleção Para Ser Feliz

Nova coleção de móveis de Leo Romano

Imagem: Marcos Camargo

Para ser Feliz é o resultado da constante criação do designer brasileiro – e goiano – Leo Romano. Leo trabalha com a experimentação. Usa seu olhar minucioso e atento para captar, nos detalhes, a fonte de inspiração que precisa para desenhar seus projetos. O lúdico foi o ponto de partida para sua mais nova criação, lançada nacionalmente na última quinta-feira.

“Para Ser Feliz” reúne 14 peças divididas em mesa, aparador, espelho de chão e de parede, banco, banqueta, poltrona, chaise e objeto de decoração. Toda a coleção foi feita com madeira e um toque de resina transparente. “Eu intitulei a coleção de Para Ser Feliz porque além do universo infantil, ela me lembra as melhores coisas da vida”, contou Leo na noite do lançamento das peças. “Um abraço, um colo de pai ou de mãe, um sorvete… Tudo isto nos traz muita alegria”, concluiu.

A forma arredondada que serviu de base para a elaboração de todos os móveis da nova coleção comunica sobre os prazeres simples do cotidiano. “Arredondar é lembrar-nos daquilo que nos faz feliz”, diz Leo.

Imagem: Marcos Camargo

Noite de lançamento no AZ Decor

Leo Romano lança a linha de móveis Para Ser Feliz no Armazém da Decoração

Parafraseando Leo, “uma folha branca se revela em alguma forma”. As criações, na dança e no design, se encontraram relevadas em várias formas na Sala Conceito do Armazém da Decoração na noite desta quinta-feira (19).

É que durante o lançamento da coleção Para Ser Feliz, o branco se revelou na coleção de móveis saída da imaginação criativa de Leo, amadurecida em seus cadernos e transformada em 14 peças que misturam funcionalidade, design e poesia. Outra forma que saiu do branco nesta noite foi a dos bailarinos Cleison e Paula que, trajados de branco, nos revelaram o poder da arte e a emoção da dança.

Armazém da Decoração lança nova coleção de Leo Romano

Para ser feliz é o nome da nova coleção de móveis do arquiteto e designer Leo Romano que será lançada amanha no Armazém da Decoração

Leo Romano imprime poesia em seu trabalho e sua poesia é mais uma vez transposta para a madeira na coleção “Para Ser Feliz”. Os momentos mais singelos do cotidiano, como sorrir e acordar, nunca passam incólumes do olhar sensível do arquiteto, artista plástico e designer goiano Leo Romano e é este trabalho que ele mostra na noite desta quinta-feira (19) no Armazém da Decoração para o lançamento nacional de sua nova linha de móveis.

Espelho, banco, mesa, aparador, carrinho, poltrona, namoradeira e objetos celebram os 21 anos de carreira do profissional, sempre empenhado em buscar novas possibilidades. “A madeira, executada manualmente, confere exclusividade a cada produto enquanto o desenho é marcado por poucas linhas e formas arredondadas”, explica Leo. Na coleção de móveis Para Ser Feliz, ele reuniu as sensações de alegria, confiança e contentamento para originar um conjunto de 14 peças que mistura funcionalidade, design e poética.

Além da madeira, Leo também usou resina transparente e estofaria em algumas peças, que subjugam a função primordial do objeto e colocam como necessidade o prazer das coisas. Para ele, a estética é uma necessidade humana e um elemento de interesse constante, fazendo da forma o caminho para a reflexão. “Por isso, talvez, estivesse no meu subconsciente ou repertório visual elementos articuladores dos melhores momentos da vida”, conta. “Arredondar é lembrar-nos daquilo que nos faz feliz”, completa.

Cada curva da coleção cumpre o papel de transmitir alegria, trazendo “shapes” macios que comunicam sobre os prazeres simples do cotidiano, alimentando a alma. Parafraseando a frase do escritor, poeta crítico de arte Ferreira Gullar: “a arte existe, pois, a vida não basta.”

Première do Lançamento da Coleção Para Ser Feliz
Quando: 19 de outubro de 2017 – 20h
Onde: AZ Decor – Armazém da Decoraçã
Rua 90, nº 174, Setor Sul, Goiânia
Tel. (62) 3281-7432

 

Casa Brasília: o design que convida à reflexão

Em mais uma participação na Casa Cor Brasília, Léo Romano toma como ponto de partida para a concepção do espaço o atual momento político do país

Foto: Jomar Bragança

A Casa Cor Brasília abriu hoje as portas para a sua 26º edição. Pelo terceiro ano consecutivo, a mostra ocupa o antigo centro médico localizado na QI 9 do Lago Sul, um espaço de 4 mil m² divididos em três pavimentos. Em 2017, os três pavimentos da Casa Cor serão ocupados por 44 ambientes e o goiano Leo Romano é o responsável por um deles.

Os trabalhos de Léo Romano em mostras de arquitetura se destacam. O arquiteto gosta de aproveitar a oportunidade para sair do lugar comum que é a simples projeção de um ambiente de uma casa – algo que ele já faz para seus clientes. Sem nenhum pré-requisito que não sua criatividade, usa as exposições como um espaço de experimentação.

Em São Paulo o espaço de Leo, batizado de Casa Brasil, foi um convite à reflexão, uma provocação que convida o visitante a pensar o momento pelo qual passa a política nacional. Em Brasília não foi diferente. O arquiteto usou o gancho deixado em sua passagem pela capital paulista e usou como ponto de partida para a concepção da Casa Brasília a atual situação política do país. Nada mais justo, já que agora a casa está no centro de todo o furação político: a capital federal.

A cor da cédula de 100 reais define a paleta de cores do ambiente. Assim, o cinza e o azul tomam as superfícies dos móveis e das paredes, piso e teto. O layout faz alusão aos espaços de convívio de uma casa, como a sala de estar e jantar. Leo é preciso na curadoria e exibe o melhor do design nacional. Peças de Jorge Zalszupin dialogam com Carlos Mota, Sérgio Rodrigues e do próprio arquiteto – desembarcadas em Brasília pelo Armazém da Decoração.

Contudo, é a arte quem define a atmosfera proposta. Nesse sentido, música e imagens nos despertam para a ganância do homem que tudo faz para o enriquecimento. Mais uma vez a artista Iêda Jardim é convocada para participar com os objetos de arte, que acabam por ser os elementos capazes de despertar o conceito pretendido por Leo. Ele é breve e preciso: faz do design de interiores seu discurso. Chama a atenção para o nosso tempo. Com poesia, mostra que a arte e o design também é um caminho para a conscientização e transformação humana.

 

DNA Goiano no design internacional

Banco Chuva, de Léo Romano, Paris Design Week em exposição na Europa por meio do Projeto Raiz

Ontem foi o último dia de Paris Design Week e Leo Romano foi um dos nomes que passou por lá por meio do Projeto Raiz. O projeto, promovido pelo Sindicato das Indústrias do Mobiliário de Bento Gonçalves (Sindmóveis), tem por objetivo incentivar a internacionalização do design brasileiro e levou peças de grandes nomes do nosso design para exposições no Salão do Móvel de Milão e nas embaixadas brasileiras de Roma e Paris.

A proposta é abrir as postas do mercado europeu estabelecendo conexão entre designers, lojistas, fabricantes e investidores. Fazem parte do evento, com peças expostas, nomes como o de Sergio Fahrer e Jack Fahrer, Aristeu Pires, Paulo Alves, Estudiobola, Ronald Sasson, Ana Neute, Jader Almeida, Leo Romano, Guto Indio da Costa e outros.

O evento conta com o apoio do Ministério de Relações Exteriores, da Maison & Objet e da Paris Design Week. O próximo destino da mostra é a embaixada do Brasil em Estocolmo, Suécia, em fevereiro de 2018.

Léo Romano começou no design há dezenove anos e sua vasta formação lhe permite transitar entre todos os campos da arte da decoração. Se formou em Artes Visuais, Design de Interiores, Design Gráfico e Arquitetura e Urbanismo, tudo isso coroado com um mestrado em artes visuais. Conhecido pela ousadia, Léo é inquieto e curiosos – qualidades que ajudaram a dar ao seu trabalho o merecido reconhecimento nacional.

O Banco Chuva, em tour pela Europa, faz parte da coleção de móveis de mesmo nome criada pelo designer em 2015 em parceria com a Decameron. Chuva é uma coleção de móveis com a expressão da fluidez. Segundo o próprio arquiteto, a madeira é trabalhada numa construção artesanal precisa e cuidadosa produzindo imagens plásticas conduzidas por linhas puras e contínuas.

Casa do Boi

Em sua 21ª edição na mostra, Leo Romano assina o espaço que recebe a exposição de animais vivos


Após 20 anos de Casa Cor, Leo Romano ganhou em 2017 um presente: o projeto da casa de um animal que carrega sua marca. “Este ano eu não escolhi o ambiente, fui escolhido por ele”, brincou o arquiteto e designer. Eliane Martins e Sheila Podestá, organizadoras do evento em Goiânia, decidiram trazer para a casa este ano um animal vivo para exposição.  Lavrado e Mococa foram os selecionados para passar uma temporada na casa design e não tinha ninguém melhor que Leo para oferecer ao charmoso casal um abrigo à altura.

Além de traduzir uma importante parcela da economia do nosso estado, o boi também faz parte da história profissional de Leo. O arquiteto ousou ao usar um boi de fibra na Casa Cor Brasília no ano de 2004. Após essa mostra, incorporou a figura a sua marca.

A Casa do Boi faz parte do anexo da Casa Cor e, de longe, se vê apenas o pequeno curral feito para receber Lavrado e Mococa. “Fizemos um espaço no canto como um elemento surpresa”, disse Leo. Deu certo. Não há como não se surpreender com o ambiente de 450 m², que é um misto de elevação espiritual com requinte material. É que, para Leo, boi é um símbolo de força e riqueza.

O complexo criado pelo arquiteto gira entorno dos animais que ali se abrigam. Tudo se remete ao boi, ainda que o ambiente tenha sido dividido em quatro: capela, varanda, praça e curral. Para formação deste conceito, Leo relembrou uma infância vivida no meio rural e mesclou com a estética das capelas de fazenda.

Para que o curral garantisse a melhor estadia para os animais, foi instalado nas sombras de uma mangueira já existente no terreno. Uma praça separa o curral dos edifícios principais. Nela, um grande banco e uma mesa de confraria dá boas-vindas aos visitantes e anuncia de modo contemporâneo a atmosfera do espaço. Ao fundo se vê o que foi batizado por Closet do Boi. Ali, vários elementos usados diariamente no trato animal são expostos de maneira lúdica e cenográfica.

Da praça se ouve também o som celestial saindo de dentro da capela. Durante a mostra, a trilha sonora ficou ligada com uma música que compunha com o ambiente para criar um clima celeste.  Ao lado dos animais vivos em exposição, a capela dividiu o protagonismo do ambiente. Mobiliário, arte e design dialogam para recriam as capelas de fazenda em uma releitura de luxo, design e audácia.

A imaculada capela remontam discretamente os espaços ecumênicos e celebra a criação e a vida. O ambiente recebeu o melhor do design brasileiro, como as poltronas Chifruda, de Sérgio Rodrigues, a poltrona Latão, de Lina Bo Bardi, a poltrona Jangada, de Jean Gillon e a mesa Amorfa, de Arthur Casas. Obras de arte assinadas em parceria por Leo Romano e a artista plástica Iêda Jardim são o toque final nas paredes do espaço.

Fotos: Marcus Camargo

“Você tem fome de quê?”

Léo Romano na Casa Cor São Paulo


Léo Romano atravessou as fronteiras da Casa Cor Goiás há um tempo e participa também da Casa Cor Brasília e da Casa Cor São Paulo. Principal filial da mostra no país, a Casa Cor São Paulo foi pioneira e completa este ano 31 edições. Tradicionalmente localizada no Jockey Club de São Paulo, a mostra abre hoje suas portas ao público com a terceira participação de Léo.

O que mais chama atenção no trabalho de Léo Romano na mostra é que o arquiteto se permite brincar. Para ele uma mostra de arquitetura não pode parecer um ambiente planejado de uma loja de móveis, deve ser um espaço de experimentação. É por isso que Léo conquistou tantos fãs em sua passagem por São Paulo, se tornando um dos poucos nomes de fora a ser convidado para expor na edição nacional do evento.

O espaço do arquiteto em 2017 chama Casa Brasil, que ganhou estruturas aparentes em ripas de madeira pinus suspensas por barbantes que emolduram todo o ambiente. “Pegamos o espaço original e nele fizemos uma construção paralela através dos tarugos”, explicou Léo. “A gente insinua o berço de uma nova construção e esta nova construção representa dois brasis”, conclui o arquiteto sobre seu espaço, que além de trazer muito design, traz também uma provocação que convida o visitante a refletir.

Vestido feito com 400 notas de dois reais

Os brasis a que se refere Léo Romano são, de um lado, um Brasil que é belo e possui o melhor do design brasileiro. Do outro, um Brasil que se constrói na ambição, representado por obras de arte feitas por ele em parceria com a artista Iêda Jardim utilizando moedas e notas de todo o mundo abordando a ganância do homem. Nada mais apropriado para o momento vivido pela política brasileira.

“A ideia é chamar a atenção para esse momento que pode ser um momento de reflexão. É usar a decoração para registrar esse momento político e social que estamos vivendo”, explica o arquiteto. Léo diz que todo o projeto se baseia na pergunta feita pelos Titãs na música Comida, “você tem fome de quê?”, e esta pergunta é respondida pelo ambiente de forma bastante provocativa e reflexiva.

Grandes nomes do design estão representando o lado belo do ambiente de Léo, como a icônica chaise Rio de Oscar Niemeyer, as cadeiras Lúcio, de Sergio Rodrigues, a mesa em vidro de Jacqueline Terpins, o carrinho de bar Jorge Zalszupin e os objetos da série Chuva e Bailarina, bem como um tapete inspirado nos jardins do Burle Marx do próprio Léo – uma verdadeira declaração à brasilidade. O lado da ganância também está representado pela arte da melhor qualidade, com peças criadas pelo arquiteto em parceria com Iêda Jardim.

Mesa posta com “banquete” de moedas

Corpo de Baile do design

Léo Romano leva sua nova coleção para seu espaço na edição comemorativa da Casa Cor Brasília 2016

Galeria Léo Romano (Foto: Joemar Bragança)

Galeria Léo Romano

“O que faz referência aos sonhos e fantasias” este é o conceito da palavra que inspirou Leo Romano em seu terceiro projeto de Casa Cor em 2016. A Casa Cor Brasília, inaugurada na semana passada, marca a terceira participação do arquiteto goiano na edição comemorativa do evento nacional, onde Léo cria uma atmosfera onírica inspirada em sua nova linha de móveis.

O arquiteto fez o espaço Braille, em São Paulo, e a Santa Casa Léo, em Goiânia. Na capital federal, abriu as portas da poética Galeria Léo. Como bem sabemos, o designer é um verdadeiro artista, por isso explora sempre seu lado mais poético quando participa de mostras e exposições. “A Casa Cor é um momento que podemos criar aquilo que muitas vezes não cabe nos projetos residenciais e comerciais”, contou Léo certa vez ao Blog AZ. Por isso ele gosta da experimentação.
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Nesta linha, suas criações exploram os sentidos. Este ano não poderia ser diferente. A Galeria Léo apostou na construção de um espaço sensorial capaz de despertar sensações. O balé foi seu ponto de partida. Inspirado em um grande corpo de baile, Léo transformou o clássico Lago dos Cisnes em mesas, espelhos, aparadores e objetos de decoração. A partir deles, desenhou o conceito do concerto que seria seu ambiente em Brasília.

O arquiteto desafia a percepção e cria um espaço suspenso no tempo e no ar, com porcelanas desenhadas à mão expostas de maneira inovadora em uma cena onírica. O ambiente ocupa um espaço de 108m², um dos 40 ambientes que formam a mostra do planalto central este ano.
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Fotos: Joemar Bragança / Divulgação

Design é meu mundo / design despojado

Liquidação AZ ousada no design e no preço

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Dizem por aí que nova tendência em decoração é que a casa fique cada vez mais autoral. Personalidade é a palavra de ordem. A relação do brasileiro mudou. Com as redes sociais, as pessoas estão muito mais unidas e essa união se reflete no ambiente criado dentro das casas.

Sem mais formalidades. Sem mais móveis neutros que mais se parecem a antessalas de consultórios médicos. O interior de uma casa vem do interior de seu dono, uma extensão daquilo que ele acredita: um viajante, um surfista, um estudioso, um intelectual… As possibilidades são mil.

Para os jovens, entretanto, a marca é a ousadia. Cor, plástico, madeira reciclável ou aço. Quando mais diferente, melhor. Para os que buscam o design despojado, o Armazém da Decoração separou algumas peças ousadas para o Sale AZ de inverno. A Poltrona Andaime, de Léo Romano, está com 60% off. Já a Poltrona Carbono 11, de Marcus Ferreira, está pela metade do preço. E as famosas cômodas de mala estão com 70% a menos.

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* Promoção válida até acabarem os estoques

Metalinguagem do design goiano

Peças de arte e design de goianos em ambiente de outros goianos na Casa Cor Goiás 2016

Fotografia de Naldo Mundim no ambiente de Geovanni Borges

Fotografia de Naldo Mundim no ambiente de Geovanni Borges

Havia um tempo que o trabalho goiano somente era reconhecido em Goiás quando a notícia do talento nascido no Centro-Oeste difundia no badalado circuito cultural do eixo Rio São Paulo. Esse tempo se foi. As barreiras se quebraram em um mundo globalizado, e o que é produzido em Goiânia é valorizado. Ponto.

É neste ponto que podemos falar da metalinguagem do design moveleiro dentro da Casa Cor Goiás. Para materializar essa figura de linguagem, o Blog AZ circulou em alguns ambientes da mostra e percebeu que arquitetos goianos estavam utilizando-se de arquitetos goianos em seus ambientes. Um verdadeiro intercâmbio de ideias e de valorização da arte e do design produzido aqui.

Anna Paula de Melo usa a linha Chuva de Leo Romano no Wine Bar da mostra. O espelho Chuva chama atenção em uma das paredes do ambiente e dialoga com peças de outros designers brasileiros como Sérgio Rodrigues. O nome de Léo aparece em outro ambiente. É que Ana Paula e Sanderson decoraram seu espaço com as criações em porcelana assinadas conjuntamente por Léo Romano e Yeda Jardim.

Mariela Romano também incluiu goianos em sua linha decorativa. Além do artista plástico Marcus Camargo, responsável pelo projeto da escultura de boi em 3D na entrada do Loft Fazenda, o carrinho de Genésio Maranhão e a Chaise Veleiro de André Brandão e Marcia Varizo também marcaram o ambiente.

Por falar em André Brandão e Marcia Varizo, embora o casal não tenha integrado o time de arquitetos que projetou a Casa Cor este ano, seus nomes fazem parte da mostra não só no ambiente de Mariela. A dupla foi a responsável por criar o Buffet Mondrian, uma das peças que decora a Sala de Almoço de Andreia Carneiro.

A arte goiana não ficou esquecida. Além do mencionado trabalho de Marcus Camargo, presente em quatro ambientes da mostra, uma tela de Sandro Torres chama atenção no espaço Café de Genésio Maranhão. Outro artista que entrou para a mostra foi o fotógrafo Naldo Mundim. É que imagens capturadas por suas lentes fotográficas podem ser vistas no 50 tons Urbanos de Geovanni Borges.

Chaise Veleiro no ambiente de Mariela Romano

Chaise Veleiro no ambiente de Mariela Romano

Tela de Sandro Torres no ambiente de Genésio Maranhão

Tela de Sandro Torres no ambiente de Genésio Maranhão

Porcelanas de Yeda Jardim e Léo Romano no espaço de Ana Paula e Snaderson

Porcelanas de Yeda Jardim e Léo Romano no espaço de Ana Paula e Snaderson

Espelho Chuva de Léo Romano no espaço de Anna Paula Melo

Espelho Chuva de Léo Romano no espaço de Anna Paula Melo

 

Ambiente de Andria Carneiro com Buffet Mondrian de André Brandão e Márcia Varizo

Ambiente de Andria Carneiro com Buffet Mondrian de André Brandão e Márcia Varizo

Fotos: Marcus Camargo